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<title>id&#xe9;ias em s&#xe9;rie</title><link>http://ideiasemserie.net/index.html</link><description>blog de id&#xe9;ias&#x2c; sejam elas quais forem...</description><dc:language>en</dc:language><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><dc:rights>Copyright 2007 Rui Grilo</dc:rights><dc:date>2008-02-14T16:04:23+00:00</dc:date><admin:generatorAgent rdf:resource="http://www.realmacsoftware.com/" />
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<lastBuildDate>Thu, 14 Feb 2008 19:23:32 +0000</lastBuildDate><item><title>Recuperar o microfone&#x21;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>tend&#xea;ncias</category><dc:date>2008-02-14T16:04:23+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/obama.html#unique-entry-id-14</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/obama.html#unique-entry-id-14</guid><content:encoded><![CDATA[Descobri no blog de um <a href="http://kropotkine.blogspot.com/" rel="self">amigo</a> um v&iacute;deo e depois outro de um apoiante do <a href="http://www.barackobama.com/" rel="self">Barak Obama</a> que me deu a sensa&ccedil;&atilde;o de estar a ver uma transmiss&atilde;o em directo do futuro... N&atilde;o &eacute; s&oacute; a capacidade de express&atilde;o e o conhecimento que passam no primeiro v&iacute;deo, &eacute; a consci&ecirc;ncia que ele demonstra da sua pr&oacute;pria capacidade de "n&atilde;o estar a dormir" e de poder "recuperar o microfone", ter uma palavra a dizer no seu destino e no do mundo. Ele chama-se Derek, &eacute; imigrante naturalizado nos EUA, e diz com uma clareza lapidar que n&atilde;o precisa de esperar pela MTV ou pela CNN para ser ouvido. E tem raz&atilde;o! Apesar de muitos pol&iacute;ticos ainda n&atilde;o terem percebido, o tempo dos <em>mass media</em> acabou e v&atilde;o aparecer cada vez mais "Dereks" capazes de se fazer ouvir. &Eacute; essa a beleza da "web 2.0"...<br /><br />Aqui est&aacute; o segundo v&iacute;deo e o que mais me impressionou:<br /><br /><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/S2zO5d-XZWA&rel=1&border=0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/S2zO5d-XZWA&rel=1&border=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"width="425" height="355"></embed></object><br /><br />Este &eacute; o primeiro v&iacute;deo, aquele que surpreendeu toda a gente:<br /><br /><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kica8hmSdAM&rel=1&border=0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kica8hmSdAM&rel=1&border=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"width="425" height="355"></embed></object><br /><br />E pronto... Com apoiantes destes, n&atilde;o h&aacute; forma de resistir ao entusiasmo por Barak Obama, com tudo o que ele representa de esperan&ccedil;a para o futuro da humanidade. Esperan&ccedil;a que a pol&iacute;tica pode ser maior do que os lobbies e os interesses instalados, que a pol&iacute;tica pode dar voz quando h&aacute; muita gente que tem a mesma coisa a dizer. Essas prim&aacute;rias ele j&aacute; ganhou. Espero que <a href="http://www.cnn.com/2008/POLITICS/02/14/superdelegates/&cid=1132122242&ei=aFi0R_rKI4iQ8ALCpMHnCA" rel="self">n&atilde;o perca as outras na secretaria</a>...]]></content:encoded></item><item><title>O admir&#xe1;vel novo &#x22;wiki-mundo&#x22;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>tend&#xea;ncias</category><dc:date>2008-02-06T20:57:44+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/ccbac4d18823dd45aa38b43d808d6ce2-13.html#unique-entry-id-13</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/ccbac4d18823dd45aa38b43d808d6ce2-13.html#unique-entry-id-13</guid><content:encoded><![CDATA[<div class="image-left"><img class="imageStyle" alt="wikinomics" src="http://ideiasemserie.net/files//page0_blog_entry13_1.jpg" width="245" height="459"/></div>N&atilde;o h&aacute; grandes d&uacute;vidas que a Internet est&aacute; a mudar as nossas vidas. Mas que impacto podem ter na economia e nos modelos de neg&oacute;cios as novas formas de colabora&ccedil;&atilde;o que a Internet tornou poss&iacute;veis? &Eacute; essa a quest&atilde;o essencial que Tapscott e Williams procuram responder no seu livro <em>Wikinomics</em>, relacionando o funcionamento da economia com o desenvolvimento da blogosfera e dos sites wikis, o peso crescente do acesso m&oacute;vel &agrave; Internet e o surgimento de cada vez mais comunidades virtuais activas. O livro leva t&atilde;o a s&eacute;rio a sua pr&oacute;pria mensagem que termina com um <img class="imageStyle" alt="wikinomics" src="http://ideiasemserie.net/files//page0_blog_entry13_2.jpg" width="245" height="459"/>onvite ao leitores para participarem na sua conclus&atilde;o no site <a href="http://www.wikinomics.com/" rel="self">www.wikinomics.com</a>...<br /><br />At&eacute; agora, a colabora&ccedil;&atilde;o estava restrita ao horizonte f&iacute;sico, uma limita&ccedil;&atilde;o intranspon&iacute;vel excepto em momento raros de mobiliza&ccedil;&atilde;o como revolu&ccedil;&otilde;es ou protestos em massa. A Internet removeu essas barreiras, permitindo a colabora&ccedil;&atilde;o livre &agrave; escala global. O desenvolvimento do sistema operativo Linux e de tanto outros programas criados como <em>open source</em> demonstrou que, mesmo em tarefa t&atilde;o complexas, a colabora&ccedil;&atilde;o aberta resulta. Essa colabora&ccedil;&atilde;o alimenta-se da liberdade para publicar, seja atrav&eacute;s de um blog ou criando um alterando um artigo da <a href="http://www.wikipedia.org/" rel="self">Wikipedia</a>, pois transforma-se na liberdade para colaborar, participar e ser ouvido.<br /><br />Esta mudan&ccedil;a de paradigma (da constru&ccedil;&atilde;o planificada por comando central para a constru&ccedil;&atilde;o colaborativa emergente) faz-se sentir nas empresas, em primeiro lugar, alterando as regras de jogo da inova&ccedil;&atilde;o. Qualquer empresa procura fazer alguma coisa de forma diferente para ganhar uma vantagem competitiva sobre os seus concorrentes que aumente o seus lucros. A forma convencional de fazer isto &eacute; confiando na investiga&ccedil;&atilde;o, geralmente realizada em laborat&oacute;rios e baseada no maior secretismo quanto ao que se est&aacute; a preparar. A Procter&Gamble, por exemplo, resolveu quebrar essas regras e abrir a sua investiga&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento aos contributos de milhares de volunt&aacute;rios que, por um pr&eacute;mio, est&atilde;o dispostos a contribuir com as suas capacidades. Os exemplos multiplicam-se nas mais diversas ind&uacute;strias, do sector mineiro &agrave; televis&atilde;o, mostrando que h&aacute; novas oportunidades de criar valor para quem souber aproveitar estas novas possibilidades.<br /><br />O termo Wikinomics &eacute; assim uma met&aacute;fora que vai muito para al&eacute;m da origem do termo wiki, permitir que qualquer pessoa edite o site que est&aacute; a ver. A Wikieconomia &eacute; uma met&aacute;fora para um novo mundo de participa&ccedil;&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o a uma escala sem precedentes.]]></content:encoded></item><item><title>A crise financeira est&#xe1; finalmente explicada&#x21;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>v&#xed;deo</category><dc:date>2008-01-22T13:34:00+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/a0211660b7870f3a840692e8dfa9af6a-11.html#unique-entry-id-11</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/a0211660b7870f3a840692e8dfa9af6a-11.html#unique-entry-id-11</guid><content:encoded><![CDATA[Num dia como <a href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1317348" rel="self">hoje</a>, &eacute; preciso manter no&ccedil;&atilde;o da realidade. Afinal que crise &eacute; esta? O humor brit&acirc;nico explica... Primeiro, descreve melhor do que qualquer economista o que &eacute; realmente <a href="http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1317348" rel="self">a volatilidade dos mercados </a>e a <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?Session=&CpContentId=309868" rel="self">crise do cr&eacute;dito "sub-prime" nos Estados Unidos</a>. Depois das gargalhadas, deixa-nos a pensar com a clareza cortante da &uacute;ltima frase... "N&atilde;o somos n&oacute;s quem vai sofrer mas sim o seu fundo de pens&otilde;es!"<br /><br /><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SJ_qK4g6ntM&rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/SJ_qK4g6ntM&rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object>]]></content:encoded></item><item><title>H&#xe1; bolha ou n&#xe3;o h&#xe1; bolha?</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>v&#xed;deo</category><dc:date>2007-12-28T17:42:51+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/996dba30cf162428f92adae00779db49-9.html#unique-entry-id-9</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/996dba30cf162428f92adae00779db49-9.html#unique-entry-id-9</guid><content:encoded><![CDATA[Descobri este v&iacute;deo atrav&eacute;s do <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1315004" rel="self">Digital</a> do <a href="http://www.publico.pt/" rel="self">P&uacute;blico</a>. Com pol&eacute;mica por causa dos direitos de autor ou sem ela, a verdade &eacute; que est&aacute; muito bem apanhado! Web 2.0, planos de neg&oacute;cio baseados no efeito de rede, oferecer o servi&ccedil;o principal e cobrar pequenos servi&ccedil;os para viabilizar o neg&oacute;cio... Onde &eacute; que eu j&aacute; ouvi isto? Ter&aacute; sido s&oacute; h&aacute; 7 anos? :)<br /><br /><span style="font:10px 'Lucida Grande', LucidaGrande, Verdana, sans-serif; "><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/I6IQ_FOCE6I&rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/I6IQ_FOCE6I&rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></span>]]></content:encoded></item><item><title>A beleza da f&#xed;sica</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>tend&#xea;ncias</category><dc:date>2007-12-09T23:03:35+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/gellmann.html#unique-entry-id-8</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/gellmann.html#unique-entry-id-8</guid><content:encoded><![CDATA[<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" width="432" height="285" id="VE_Player" align="middle"><param name="movie" value="http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf"><PARAM NAME="FlashVars" VALUE="bgColor=FFFFFF&file=http://static.videoegg.com/ted/movies/MURRAYGELL-MANN-2007_high.flv&autoPlay=false&fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&forcePlay=false&logo=&allowFullscreen=true"><param name="quality" value="high"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="bgcolor" value="#FFFFFF"><param name="scale" value="noscale"><param name="wmode" value="window"><embed src="http://static.videoegg.com/ted/flash/loader.swf" FlashVars="bgColor=FFFFFF&file=http://static.videoegg.com/ted/movies/MURRAYGELL-MANN-2007_high.flv&autoPlay=false&fullscreenURL=http://static.videoegg.com/ted/flash/fullscreen.html&forcePlay=false&logo=&allowFullscreen=true" quality="high" allowScriptAccess="always" bgcolor="#FFFFFF" scale="noscale" wmode="window" width="432" height="285" name="VE_Player" align="middle" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></object><br /><br />Vale a pena ouvir o f&iacute;sico Murray Gell-Mann, autor do <a href="http://html.bertrand.dalera.com/livro__q1livro_--_3D39800__q20__q30__q41__q5.htm" rel="self">Quark e o Jaguar</a>, na &uacute;ltima <em>talk </em>do <a href="http://www.ted.com/index.php/talks/view/id/194" rel="self">TED</a>. &Eacute; impressionante ver como ele mostra que a beleza &eacute; essencial, mesmo nos dom&iacute;nios insond&aacute;veis da f&iacute;sica de part&iacute;culas e da matem&aacute;tica mais avan&ccedil;ada. Ser&aacute; que uma equa&ccedil;&atilde;o, por ser t&atilde;o "bela", tem mesmo de ser verdadeira? Ser&aacute; essa "beleza" o sinal de "algo mais"? At&eacute; a isso Gell-Mann responde no fim da conversa...]]></content:encoded></item><item><title>&#xc9; este o livro do futuro?</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>tend&#xea;ncias</category><dc:date>2007-12-07T15:56:24+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/kindle.html#unique-entry-id-6</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/kindle.html#unique-entry-id-6</guid><content:encoded><![CDATA[<div class="image-left"><img class="imageStyle" alt="kindle" src="http://ideiasemserie.net/files//page0_blog_entry6_1.png" width="252" height="225"/></div>Era inevit&aacute;vel que a <a href="http://www.amazon.com/" rel="self">Amazon</a> avan&ccedil;asse para o terreno dos livros electr&oacute;nicos mas tenho d&uacute;vidas que seja desta que os livros em papel corram o risco de ficar obsoletos... Ainda assim, &eacute; verdade que o novo leitor de e-books da Amazon, o <a href="http://www.amazon.com/Amazon-com-kindle/dp/B000FI73MA" rel="self">Kindle</a>, parece ter alguns argumentos. &Eacute; leve, tem bom contraste, os livros s&atilde;o relativamente baratos e parece ser f&aacute;cil de usar navegando pelas op&ccedil;&otilde;es. Pelo contr&aacute;rio, &eacute; caro (US$399), n&atilde;o tem um design extraordin&aacute;rio e a forma de liga&ccedil;&atilde;o &agrave; rede &eacute; estranha usa a rede m&oacute;vel mas n&atilde;o percebi muito bem como nem onde... Por enquanto vou continuar com o velho cheiro a papel e tinta, continuando a usar o telem&oacute;vel para uns livros comprados na Mobipocket. :)]]></content:encoded></item><item><title>O mundo plano</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>tend&#xea;ncias</category><dc:date>2007-09-21T20:25:46+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/friedman.html#unique-entry-id-1</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/friedman.html#unique-entry-id-1</guid><content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.thomaslfriedman.com/" rel="self">Tom Friedman</a> surpreendeu muita gente em 2005 quando anunciou que, subitamente, o mundo se tinha tornado mais plano. Ele quis dizer com isso que o terreno de jogo estava mais nivelado porque se estavam a esbater as barreiras tradicionais da geografia e da economia. Nesse &ldquo;mundo plano&rdquo;, pa&iacute;ses, empresas e indiv&iacute;duos passam a conseguir competir &agrave; escala global a partir de locais perif&eacute;ricos como Bangalore, na &Iacute;ndia, ou Dalian, na China.<br /><br /><div class="image-right"><img class="imageStyle" alt="mundoplano" src="http://ideiasemserie.net/files//page0_blog_entry1_1.jpg" width="400" height="300"/></div>Uma forma de expressar esta transforma&ccedil;&atilde;o &eacute; como uma terceira vaga de globaliza&ccedil;&atilde;o. Primeiro, com os descobrimentos, assistiu-se a uma globaliza&ccedil;&atilde;o de pa&iacute;ses, competindo entre si por um dom&iacute;nio pol&iacute;tico e econ&oacute;mico do mundo. Depois, desde a revolu&ccedil;&atilde;o industrial, verificou-se uma progressiva globaliza&ccedil;&atilde;o de empresas, com o surgimento de multinacionais e a deslocaliza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o. Agora, Friedman afirma que se desenha uma globaliza&ccedil;&atilde;o das pessoas, que passaram a poder competir e trabalhar a uma escala planet&aacute;ria.<br /><br />Friedman articula esta ideia de forma original e interpreta um conjunto amplo de sinais do nosso mundo, identificando 10 acontecimentos que est&atilde;o a &ldquo;tornar o mundo plano&rdquo;: A queda do muro de Berlim (09/11/1989); o dia em que a Netscape entrou na bolsa; o aparecimento do software de sistematiza&ccedil;&atilde;o de fluxos de trabalho que permite dividir, distribuir e reagrupar tarefas intelectuais; o desenvolvimento do software open-source; o outsourcing dos trabalhos necess&aacute;rios para a correc&ccedil;&atilde;o do &ldquo;bug&rdquo; do ano 2000; o offshoring com a deslocaliza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o; a maior efici&ecirc;ncia das cadeias de aprovisionamento; o insourcing que permite a pequenas empresas a oferta de um servi&ccedil;o global; o in-forming com a utiliza&ccedil;&atilde;o da pesquisa online no na nossa vida quotidiana; e, por &uacute;ltimo, o acesso port&aacute;til a todos estes recursos atrav&eacute;s de PDAs e telem&oacute;veis que tornam poss&iacute;vel o acesso ao mundo a qualquer momento e em qualquer lugar, de forma pessoal, digital e individual.<br /><br />Ser&aacute; mesmo assim t&atilde;o evidente? Tenho d&uacute;vidas. Os que partiram &agrave; frente nesta corrida, continuam &agrave; frente, embora as hip&oacute;teses pare&ccedil;am mais risonhas para aqueles, como n&oacute;s, que partem com atraso. Mas esteja mais ou menos plano, o mundo hoje est&aacute; diferente e &eacute; verdade que qualquer pessoa pode comprar ou vender bens de ou para qualquer parte do mundo. Para al&eacute;m disso, qualquer actividade que possa ser digitalizada e dividida pode ser feita em qualquer parte do mundo, o que permite que profissionais em qualquer pa&iacute;s possam ser competitivos neste mercado de trabalho global. Assim, qualquer pa&iacute;s parece poder competir com os &ldquo;grandes&rdquo;, desde que desenvolva as compet&ecirc;ncias t&eacute;cnicas, tecnol&oacute;gicas ou cient&iacute;ficas necess&aacute;rias para vingar. Como desenvolver essas compet&ecirc;ncias &eacute; o mais dif&iacute;cil, essa &eacute; a barreira que impede o mundo de ser verdadeiramente plano.]]></content:encoded></item><item><title>Somos n&#xf3;s a m&#xe1;quina?</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>tend&#xea;ncias</category><dc:date>2007-08-29T21:13:13+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/machine.html#unique-entry-id-2</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/machine.html#unique-entry-id-2</guid><content:encoded><![CDATA[<span style="font:10px 'Lucida Grande', LucidaGrande, Verdana, sans-serif; "><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6gmP4nk0EOE&rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/6gmP4nk0EOE&rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></span><br /><br />Este <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6gmP4nk0EOE" rel="self">v&iacute;deo</a> surgiu como uma resposta a uma descri&ccedil;&atilde;o (um bocado monoc&oacute;rdica) da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nsa5ZTRJQ5w" rel="self">Web 2.0</a> que foi colocada no YouTube, mas j&aacute; foi visto muito mais vezes (3.331.565 no momento em que escrevo). &Eacute; uma ilustra&ccedil;&atilde;o fascinante do presente, da forma como a tecnologia est&aacute; a mudar a forma como interagimos com a informa&ccedil;&atilde;o, como a organizamos e como a usamos.<br /><br />Num mundo de texto digital, ligado por hiperliga&ccedil;&otilde;es, trocado atrav&eacute;s de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/XML" rel="self">XML</a> e agregado em leitores de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/RSS_(file_format)" rel="self">RSS</a>, n&atilde;o estamos s&oacute; a usar a m&aacute;quina. &Eacute; a &ldquo;m&aacute;quina&rdquo; que nos usa a n&oacute;s e somos n&oacute;s que nos tornamos na &ldquo;m&aacute;quina&rdquo;, uma rede de milh&otilde;es de pessoas que comunicam entre si e partilham informa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Inspirador ou assustador?]]></content:encoded></item><item><title>Parker &#x22;51&#x22;&#x2c; a caneta eterna</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>cl&#xe1;ssicos</category><dc:date>2007-08-16T21:19:54+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/parker51.html#unique-entry-id-4</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/parker51.html#unique-entry-id-4</guid><content:encoded><![CDATA[J&aacute; usei muitas canetas, modernas, antigas, caras, baratas, mas h&aacute; uma que se distingue: a Parker &ldquo;51&rdquo;. Lan&ccedil;ada em 1941 e produzida at&eacute; meados dos anos 1970, a &ldquo;51&rdquo; &eacute; um objecto simples, discreto e perfeito no seu funcionamento, mesmo depois de 40 ou 50 anos a escrever.<br /><br />Os instrumentos de escrita est&atilde;o hoje reduzir-se a dois segmentos: objectos descart&aacute;veis, com dura&ccedil;&atilde;o limitada e baixo custo, ou objectos de status que, muitas vezes, sacrificam a sua fun&ccedil;&atilde;o &agrave; imagem. Mas, quanto mais escrevo em teclados de computador, mais me apetece sentir o deslizar suave de um aparo sobre o papel. E, para isso, n&atilde;o h&aacute; nenhuma caneta como a Parker &ldquo;51&rdquo;.<br /><br /><p style="text-align:center;"><img class="imageStyle" alt="p51s3" src="http://ideiasemserie.net/files//page0_blog_entry4_1.jpg" width="488" height="278"/><br /><br />Se quiser conhecer tudo o que h&aacute; para saber sobre esta caneta hist&oacute;rica, pode encontrar o livro de David e Mark Shepherd na <a href="http://www.parker51.co.uk/" rel="self">Surrenden Pens</a>. Online, tamb&eacute;m se descobre quase tudo. O <a href="http://www.rickconner.net/penoply/park.04.html" rel="self">Rick Conner faz as apresenta&ccedil;&otilde;es</a>, o <a href="http://parkerpens.net/parker/parker51.shtml" rel="self">Tony Fishier mostra</a> (e ensina a distinguir) todas as vers&otilde;es que foram feitas e o <a href="http://www.richardspens.com/?page=ref_info/anatomy-51.htm" rel="self">Richard Binder mostra a anatomia e explica como funciona</a>.<br /><br />Comprar uma tamb&eacute;m &eacute; f&aacute;cil. Como foram vendidos muitos milhares de exemplares, encontra-se sempre um bom exemplar numa feira de antiguidades ou no <a href="http://www.ebay.ie" rel="self">eBay</a>. Os pre&ccedil;os variam, mas &eacute; poss&iacute;vel encontrar um exemplar dos mais comuns por 40 ou 50&euro;. Infelizmente, &eacute; cada vez mais dif&iacute;cil encontrar quem as repare, mas a maior parte delas s&oacute; precisam de ficar dentro de &aacute;gua durante alguns dias, encher e esvaziar com &aacute;gua limpa v&aacute;rias vezes a seguir e pronto, est&atilde;o prontas para escrever.</p>]]></content:encoded></item><item><title>O site de todas as ideias</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>tend&#xea;ncias</category><dc:date>2007-08-15T18:20:44+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/files/ted.html#unique-entry-id-5</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/files/ted.html#unique-entry-id-5</guid><content:encoded><![CDATA[Desde 1984, mil pessoas por ano t&ecirc;m o privil&eacute;gio de ouvir os maiores pensadores do mundo nas confer&ecirc;ncias anuais TED. Muito para al&eacute;m das &aacute;reas que a sigla TED sugere ("Technology, Entertainment, Design"), estas confer&ecirc;ncias tornaram-se num ponto de encontro de pessoas t&atilde;o diferentes como Al Gore, Bono ou Chris Anderson. Os temas v&atilde;o desde o impacto da tecnologia na nossa vida at&eacute; &agrave; exist&ecirc;ncia de Deus, passando pelo que nos faz feliz ou pelo pr&oacute;prio funcionamento da mente. N&atilde;o h&aacute; limites para a criatividade.<br /><br /><p style="text-align:center;"><img class="imageStyle" alt="ted" src="http://ideiasemserie.net/files//page0_blog_entry5_1.png" width="464" height="352"/><br /><br />O site <a href="http://www.ted.com" rel="self">TED - &ldquo;Ideas Worth Spreading&rdquo;,</a> lan&ccedil;ado em Abril deste ano, d&aacute;-nos acesso a quase tudo o que esse mil privilegiados puderam ouvir. Tudo, com um interface fabuloso, v&iacute;deos de boa resolu&ccedil;&atilde;o, preparados para ver no computador ou no iPod, em directo ou depois de fazermos o download. Um site fasc&iacute;nante, que j&aacute; me levou a descarregar muitos v&iacute;deos, a ver outros tantos e a enviar alguns. E sim, h&aacute; mesmo ideias que vale a pena espalhar.</p>]]></content:encoded></item></channel>
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