ciência 2.0
Não percebemos assim tanto como pensamos...
30/10/2008 12:38
As viagens de avião são uma oportunidade única para lermos ou vermos as coisas que estavam guardadas para “quando houvesse tempo”. Ontem, enquanto voava para Bruxelas para mais uma reunião, dividi o meu tempo entre o último livro do Don Tapscott (vai sair um comentário em breve, quando acabar) e algumas “TED talks” que tinha seleccionado para ver.
Foi no meio dessas talks que parei no relato fascinante de Jonathan Drori sobre a diferença entre o que pensamos que sabemos e o que sabemos realmente. Drori defende que a forma como muitos conceitos são ensinados acaba por prejudicar a nossa compreensão do mundo. Polémico? Claro que sim, mas ele começa logo por nos fazer quatro perguntas:
- Onde vão as árvores buscar a matéria de que a madeira é feita?
- É possível acender uma lâmpada só com uma pilha e um fio?
- Porque é que o Verão é mais quente que o Inverno?
- Consegue desenhar um diagrama do Sistema Solar com as órbitas dos planetas?
Veja as respostas no vídeo. Talvez fique surpreendido...
PS: E vejam o anúncio da Nokia no fim! Faz lembrar o “Epic2015”...
Foi no meio dessas talks que parei no relato fascinante de Jonathan Drori sobre a diferença entre o que pensamos que sabemos e o que sabemos realmente. Drori defende que a forma como muitos conceitos são ensinados acaba por prejudicar a nossa compreensão do mundo. Polémico? Claro que sim, mas ele começa logo por nos fazer quatro perguntas:
- Onde vão as árvores buscar a matéria de que a madeira é feita?
- É possível acender uma lâmpada só com uma pilha e um fio?
- Porque é que o Verão é mais quente que o Inverno?
- Consegue desenhar um diagrama do Sistema Solar com as órbitas dos planetas?
Veja as respostas no vídeo. Talvez fique surpreendido...
PS: E vejam o anúncio da Nokia no fim! Faz lembrar o “Epic2015”...
|
A beleza da física
09/12/2007 23:03
Vale a pena ouvir o físico Murray Gell-Mann, autor do Quark e o Jaguar, na última talk do TED. É impressionante ver como ele mostra que a beleza é essencial, mesmo nos domínios insondáveis da física de partículas e da matemática mais avançada. Será que uma equação, por ser tão "bela", tem mesmo de ser verdadeira? Será essa "beleza" o sinal de "algo mais"? Até a isso Gell-Mann responde no fim da conversa...
