ideias em série

nada é mais livre que uma ideia

ciência

Não percebemos assim tanto como pensamos...

As viagens de avião são uma oportunidade única para lermos ou vermos as coisas que estavam guardadas para “quando houvesse tempo”. Ontem, enquanto voava para Bruxelas para mais uma reunião, dividi o meu tempo entre o último livro do Don Tapscott (vai sair um comentário em breve, quando acabar) e algumas “TED talks” que tinha seleccionado para ver.

Foi no meio dessas talks que parei no relato fascinante de Jonathan Drori sobre a diferença entre o que pensamos que sabemos e o que sabemos realmente. Drori defende que a forma como muitos conceitos são ensinados acaba por prejudicar a nossa compreensão do mundo. Polémico? Claro que sim, mas ele começa logo por nos fazer quatro perguntas:

- Onde vão as árvores buscar a matéria de que a madeira é feita?
- É possível acender uma lâmpada só com uma pilha e um fio?
- Porque é que o Verão é mais quente que o Inverno?
- Consegue desenhar um diagrama do Sistema Solar com as órbitas dos planetas?

Veja as respostas no vídeo. Talvez fique surpreendido...



PS: E vejam o anúncio da Nokia no fim! Faz lembrar o “Epic2015”...
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A mudança acontece...

Como a crise descansa ao fim-de-semana e as inundações do dia já passaram, esta é uma boa altura de partilhar um vídeo que me apresentaram ontem mas que já anda por aí desde Fevereiro do ano passado. A mudança acontece, e às vezes é bom ganharmos uma perspectiva das coisas...

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A beleza da física



Vale a pena ouvir o físico Murray Gell-Mann, autor do Quark e o Jaguar, na última talk do TED. É impressionante ver como ele mostra que a beleza é essencial, mesmo nos domínios insondáveis da física de partículas e da matemática mais avançada. Será que uma equação, por ser tão "bela", tem mesmo de ser verdadeira? Será essa "beleza" o sinal de "algo mais"? Até a isso Gell-Mann responde no fim da conversa...
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