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<title>Discutir a Gest&#xe3;o</title><link>http://ideiasemserie.net/index.php</link><description>Painel quinzenal do Di&#xe1;rio Econ&#xf3;mico</description><dc:language>en</dc:language><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><dc:rights>Copyright 2007 Rui Grilo&#x2c; Jos&#xe9; Manuel Fonseca e Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</dc:rights><dc:date>2009-07-28T15:32:14+01:00</dc:date><admin:generatorAgent rdf:resource="http://www.realmacsoftware.com/" />
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<lastBuildDate>Tue, 11 Aug 2009 16:52:27 +0100</lastBuildDate><item><title>Estivalidades</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2009-07-28T15:32:14+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/estivalidades.php#unique-entry-id-86</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/estivalidades.php#unique-entry-id-86</guid><content:encoded><![CDATA[Periodicamente vou avaliar a minha situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de. Um curioso h&aacute;bito que sobreveio da ma&ccedil;ada de um enfarte e de uns re-arranjos nas coron&aacute;rias que implicaram ser serrado ao meio. Aconselho vivamente que evitem. E, depois de casa assaltada trancas &agrave; porta... Portanto, agora, tenho acesso privilegiado a um mundo fascinante de descententes anteriores e acinesias da parede anterior, que implicam exames acima do vulgar electro cardiograma. Tudo para ver se me mantenho na classe 1, que &eacute; a classe de vossas excel&ecirc;ncias que s&atilde;o sedent&aacute;rios, colesterol elevado, umas cigarradas, e t&ecirc;m, ainda, a ilus&atilde;o de que nada vos pode acontecer. Ora no quadro destas avalia&ccedil;&otilde;es "estrat&eacute;gicas e estruturantes", vou agora fazer um sofisticado TAC que permitir&aacute; uma imagem tridimensional do que me foi instalado de origem.]]></content:encoded></item><item><title>Elogio da pobreza</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2009-07-21T12:31:14+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/pobreza.php#unique-entry-id-85</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/pobreza.php#unique-entry-id-85</guid><content:encoded><![CDATA[Uma pesquisa na Internet mostra que a palavra &ldquo;empreendorismo&rdquo; aparece muitas vezes associada &agrave; palavra &ldquo;apoios&rdquo;. No &lsquo;site' empreendorismo.pt aparecem 25 programas, iniciativas e financiamentos para aqueles que pretendem criar a sua empresa. Estes apoios s&atilde;o um desperd&iacute;cio. Se o objectivo &eacute; ajudar as pessoas a criar o seu pr&oacute;prio emprego n&atilde;o &eacute; preciso ir al&eacute;m do micro-cr&eacute;dito. Se o objectivo &eacute; potenciar a inova&ccedil;&atilde;o, os apoios s&atilde;o desnecess&aacute;rios. ]]></content:encoded></item><item><title>O mercado</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2009-07-07T12:03:05+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/mercado.php#unique-entry-id-84</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/mercado.php#unique-entry-id-84</guid><content:encoded><![CDATA[Um dia, quem sabe no tempo dos meus netos, talvez se venha a conhecer entre n&oacute;s uma Economia aberta e, na qual, o mercado poder&aacute;, finalmente, funcionar. Para j&aacute;, as expectativas s&atilde;o poucas ou nenhumas de que tal venha a ser verdade. Mas, se formos optimistas, podemos sempre acreditar em fadas dos dentes. Esta curiosa, e imemorial, alian&ccedil;a entre plutocracia e oligarquia parece ser o beco em que as democracias desembocaram e todos parecem satisfeitos. Tanto melhor. ]]></content:encoded></item><item><title>A minha gera&#xe7;&#xe3;o</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2009-06-09T12:24:43+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/b983e98af7eddd7ea8ea51386fc8ba89-83.php#unique-entry-id-83</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/b983e98af7eddd7ea8ea51386fc8ba89-83.php#unique-entry-id-83</guid><content:encoded><![CDATA[A minha gera&ccedil;&atilde;o est&aacute; agora no poder. Entreteve-se em meados da d&eacute;cada de setenta a discutir politica com um entusiasmo pueril, tipicamente adolescente, cheio de certezas e absolutos imperativos incontorn&aacute;veis e inexor&aacute;veis. Participou em RGA loucas e exuberantes, colocando tudo em quest&atilde;o, construindo futuros imagin&aacute;rios inadi&aacute;veis e inelut&aacute;veis. A minha gera&ccedil;&atilde;o respirou a explos&atilde;o do ar da liberdade sem verdadeiramente conhecer o cheiro f&eacute;tido do medo de pensar e safou-se da guerra. A minha gera&ccedil;&atilde;o fazia directas na praia &agrave; luz da fogueira e de sonhos generosos discutindo filmes de Tarkovsky e as obras de Milan Kundera. A minha gera&ccedil;&atilde;o descobriu o inter-rail, andou pelos campos e pelas cidades vivendo sem barreiras e quase sem limites. A minha gera&ccedil;&atilde;o experimentou quase tudo o que havia para experimentar. Mas a minha gera&ccedil;&atilde;o envelheceu. &Eacute; como aqueles p&ecirc;ssegos descongelados nas prateleiras dos supermercado. Era brilhante e radiosa. Mas quando chegou a casa j&aacute; estava definhada. Macilenta e sem fulgor. ]]></content:encoded></item><item><title>N&#xe3;o vendemos tabaco&#x21;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2009-06-23T12:08:41+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/tabaco.php#unique-entry-id-81</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/tabaco.php#unique-entry-id-81</guid><content:encoded><![CDATA[No fim do percurso entre minha casa e a Nova h&aacute; uma papelaria. H&aacute; uma semana atr&aacute;s, vi que o propriet&aacute;rio tinha afixado um aviso na entrada que dizia &lsquo;n&atilde;o vendemos tabaco&rsquo;. A explica&ccedil;&atilde;o era simples, o senhor n&atilde;o tinha paci&ecirc;ncia para esclarecer os clientes que lhe entravam todos os dias na loja para comprar cigarros - um produto que n&atilde;o queria vender porque via o seu neg&oacute;cio apenas como uma papelaria. Este caso mostra qual &eacute; realmente o problema da competitividade de pequenas empresas como esta e de grandes empresas como a General Motors: todas elas dependem de uma grande toler&acirc;ncia no mercado para sobreviverem, mas os seus clientes oferecem-lhes cada vez menos margem de manobra. ]]></content:encoded></item><item><title>N&#xe3;o programem as pessoas</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2009-06-30T09:08:40+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/scripts.php#unique-entry-id-80</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/scripts.php#unique-entry-id-80</guid><content:encoded><![CDATA[Imagine que o seu telefone toca e que, do outro lado da linha, uma pessoa lhe tenta vender alguma coisa, a assinatura de uma revista, um canal pago de televis&atilde;o ou um seguro. Pelo tom de voz e pela forma de falar do seu interlocutor, percebe que ele est&aacute; a ler. Pior, percebe que a conversa tem um caminho pr&eacute;-definido, um gui&atilde;o, no qual pouco importa o que responde&hellip; Imagine agora que vai a um restaurante de &lsquo;fast-food&rsquo;. Chega a sua vez e pede uma cola sem gelo e um hamburger com queijo. Quem o atende responde &ldquo;e qual &eacute; a bebida?&rdquo; Nos dois casos, aquilo que o atingiu foi a febre dos &lsquo;scripts&rsquo;. ]]></content:encoded></item><item><title>O pre&#xe7;o do sucesso</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2009-05-19T14:58:23+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/sucesso.php#unique-entry-id-79</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/sucesso.php#unique-entry-id-79</guid><content:encoded><![CDATA[Ser gestor &eacute; como ser adulto: &eacute; um estado que parece s&oacute; ter benef&iacute;cios at&eacute; o atingir. Depois de l&aacute; chegar, s&atilde;o mais cardos do que rosas. Os primeiros anos s&atilde;o sempre os mais dif&iacute;ceis. Depois de passar de empregado a chefe, o jovem aspirante a ne&oacute;fito de aprendiz de gestor est&aacute; ainda suficientemente perto de quem trabalha para saber que muitas dos objectivos e regras impostos por quem lidera s&atilde;o irreais e at&eacute; perigosos. No entanto t&ecirc;m que os apresentar aos seus colaboradores como se fossem o resultado de um conhecimento profundo da empresa e do mercado e n&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o irreflectida de opini&otilde;es, palpites e, pior ainda, dos prodigiosos ensinamentos dos gurus da gest&atilde;o. Os supervisores dos call centers de atendimento ao cliente, por exemplo, t&ecirc;m que explicar aos operadores que faz todo o sentido medir o seu desempenho com base na velocidade com que desligam o telefone ao cliente. ]]></content:encoded></item><item><title>Teleologia</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2009-05-05T22:54:00+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/teleologia.php#unique-entry-id-78</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/teleologia.php#unique-entry-id-78</guid><content:encoded><![CDATA[Uma das coisas mais recorrentes nas minhas aulas, mormente por parte de alunos mais velhos e mais &ldquo;batidos&rdquo;, &eacute; a irrup&ccedil;&atilde;o de coment&aacute;rios sobre a dist&acirc;ncia, quando n&atilde;o mesmo a oposi&ccedil;&atilde;o, entre os &ldquo;modelos&rdquo; acad&eacute;micos e a &ldquo;pr&aacute;tica&rdquo; nas empresas. Esta &ldquo;esquizofrenia&rdquo; &eacute; tanto maior quanto mais nos aproximemos de posi&ccedil;&otilde;es mais p&oacute;s-modernas que salientem o &ldquo;valor do capital humano&rdquo;, ou da &ldquo;gest&atilde;o dos activos imateriais como a lealdade dos clientes&rdquo;, ou dos &ldquo;novos modelos de lideran&ccedil;as transformacionais&rdquo;. &Agrave;s vezes a coisa come&ccedil;a se por acaso se fala do &lsquo;paper&rsquo; do Coase sobre porque &eacute; que h&aacute; empresas e n&atilde;o s&oacute; mercados, que lhe deu o pr&eacute;mio Nobel. Da&iacute; &agrave; pergunta para que &eacute; que queremos, hoje, empresas pode ser um &aacute;pice. Em  princ&iacute;pio, as empresas s&atilde;o a mais eficiente maneira de produzirmos produtos escrutinados no Mercado, e cujo &ldquo;comportamento&rdquo; agregado gera riqueza para todos. ]]></content:encoded></item><item><title>Os efeitos econ&#xf3;micos do krypton</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2009-04-21T12:42:25+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/krypton.php#unique-entry-id-77</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/krypton.php#unique-entry-id-77</guid><content:encoded><![CDATA[Para os economistas as pessoas s&atilde;o racionais: o seu comportamento &eacute; determinado pelos incentivos de que pode beneficiar. Infelizmente para a maioria das empresas, &eacute; dif&iacute;cil encontrar homens (ou mulheres) racionais. Esta car&ecirc;ncia &eacute; espantosa tendo em conta que a popularidade dos cursos de gest&atilde;o tem feito com que a uma fatia apreci&aacute;vel da popula&ccedil;&atilde;o activa seja  licenciada (ou quase) nesta &aacute;rea. At&eacute; parece que um dos gases raros que comp&otilde;em a atmosfera contamina a mente humana apagando este princ&iacute;pio de comportamento que, de acordo com os economistas, todos dever&iacute;amos seguir. Eu pessoalmente voto no krypton. Eu sei que &eacute; s&oacute; 0.00033% do ar que respiramos, mas se a Kryptonite faz mal ao Super Homem, um g&aacute;s com nome parecido deve ter o mesmo efeito no Homem Racional. A minha teoria &eacute; que as paredes das faculdades de economia s&atilde;o revestidas por um material que protege quem l&aacute; estuda. Logo que se abandona o seu efeito protector, adeus racionalidade econ&oacute;mica. Claro que h&aacute; uma explica&ccedil;&atilde;o alternativa: os pressupostos da economia s&atilde;o uma fic&ccedil;&atilde;o que nada tem a ver com a realidade &mdash; mas esta hip&oacute;tese &eacute; obviamente absurda. ]]></content:encoded></item><item><title>As armadilhas da crise</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2009-04-14T12:07:27+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/armadilhas.php#unique-entry-id-76</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/armadilhas.php#unique-entry-id-76</guid><content:encoded><![CDATA[As dificuldades da conjuntura econ&oacute;mica est&atilde;o a obrigar muitos gestores a tomar decis&otilde;es dif&iacute;ceis. T&ecirc;m que encontrar oportunidades de neg&oacute;cio, avaliar retornos e responder permanentemente a um mundo que oscila de forma imprevis&iacute;vel e incontrol&aacute;vel... As press&otilde;es do mercado, dos accionistas e dos bancos obrigam quem tem responsabilidades de gest&atilde;o a tentar, em simult&acirc;neo, aumentar a produtividade e promover a inova&ccedil;&atilde;o. &Eacute; preciso reduzir custos e encontrar novas fontes de receitas. Mas, se os objectivos s&atilde;o &oacute;bvios, a forma de os alcan&ccedil;ar pode esconder muitas armadilhas. ]]></content:encoded></item><item><title>Fus&#xf5;es e Aquisi&#xe7;&#xf5;es</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2009-04-07T15:13:27+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/fusoes.php#unique-entry-id-75</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/fusoes.php#unique-entry-id-75</guid><content:encoded><![CDATA[Em &eacute;pocas de crise, uma das estrat&eacute;gias mais populares, e oportunas, consiste no aproveitar dos saldos. Empresas em dificuldades, &agrave; beira da extin&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o adquiridas por outras cujo desafogo financeiro lhes permite equacionar v&aacute;rias alternativas estrat&eacute;gicas. Ora em contextos de crise, frequentemente encontram-se neg&oacute;cios que s&atilde;o pechinchas...]]></content:encoded></item><item><title>Blogs e Twitter</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2009-03-24T16:05:12+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/blogstwitter.php#unique-entry-id-74</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/blogstwitter.php#unique-entry-id-74</guid><content:encoded><![CDATA[H&aacute; hoje uma variedade enorme de meios de comunica&ccedil;&atilde;o &lsquo;online'. Os &lsquo;blogs' e mais recentemente o Twitter tornam a rela&ccedil;&atilde;o entre as empresas e o exterior mais directa. &Eacute; por isso mesmo que os gestores t&ecirc;m que evitar a todo o custo que os seus colaboradores utilizem estas tecnologias e castigar severamente os que j&aacute; o fa&ccedil;am. Sen&atilde;o correm o perigo de tornar o que se passa no seu escrit&oacute;rio do conhecimento p&uacute;blico e, terror dos terrores, diminuir o profundo d&eacute;fice democr&aacute;tico que existe nestes locais. ]]></content:encoded></item><item><title>Fractalidades e ru&#xed;do de fundo</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2009-03-17T16:05:11+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/fractalidades.php#unique-entry-id-73</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/fractalidades.php#unique-entry-id-73</guid><content:encoded><![CDATA[Finalmente temos uma palavra. Grande depress&atilde;o. At&eacute; os bens de Giffen ou de luxo caem nos &iacute;ndices de consumo, contrariando a teoria econ&oacute;mica que se ensina logo na terceira semana de micro economia. O Financial Times fez um &lsquo;endorsement' de um livro que, entre muitos outros, arrasa com a hip&oacute;tese do mercado eficiente. O doutor Trichet, contudo, parece dizer que a crise acaba j&aacute; numa destas quintas-feiras e qui&ccedil;&aacute; nem se d&aacute; por ela. Os juros caem a pique no BCE e os juros nem tugem nem mugem nos empr&eacute;stimos, porque os &lsquo;spreads' parecem de ajustamento autom&aacute;tico. Um banco falido e nacionalizado l&aacute; fora continua a oferecer cr&eacute;dito a torto e a direito em centros comerciais ao p&eacute; de si, apenas por 30% de juros ao ano, e, naturalmente, a pessoas financeiramente iletradas, que parecem n&atilde;o ter condi&ccedil;&otilde;es de reembolsar nem uma parte do capital. J&aacute; se suspeita que o presidente Obama n&atilde;o caminhar&aacute; sobre as &aacute;guas. ]]></content:encoded></item><item><title>Contrariar o &#x22;bom-senso&#x22;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2009-03-11T18:49:59+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/bomsenso.php#unique-entry-id-72</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/bomsenso.php#unique-entry-id-72</guid><content:encoded><![CDATA[Quem n&atilde;o arrisca, limitando-se a repetir f&oacute;rmulas testadas, est&aacute; condenado ao fracasso. Foi este o aviso que Kjell Nordstr&ouml;m deixou aos gestores numa confer&ecirc;ncia recente em Lisboa. Professor na Stockholm School of Economics e co-autor de livros como &ldquo;Funky Business&rdquo; e &ldquo;Karaoke Capitalism&rdquo;, Nordstr&ouml;m &eacute; um provocador profissional, um feroz cr&iacute;tico da &ldquo;normalidade&rdquo; que &eacute; capaz de expressar com clareza uma ideia evidente: se todos tentam repetir os mesmo casos de sucesso, a nossa economia torna-se num &lsquo;karaoke&rsquo; desafinado, onde as mesmas ideias s&atilde;o repetidas at&eacute; &agrave; exaust&atilde;o como se n&atilde;o fosse poss&iacute;vel fazer outra coisa. ]]></content:encoded></item><item><title>A verdadeira guerra pelo talento</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2009-02-03T18:49:33+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/peter.php#unique-entry-id-71</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/peter.php#unique-entry-id-71</guid><content:encoded><![CDATA[H&aacute; muitos anos, antes de existirem gurus da Gest&atilde;o, apareceu um livro chamado o Princ&iacute;pio de Peter. Nesse livro, demonstrava que as pessoas tendem a ser promovidas para o seu posto de incompet&ecirc;ncia. O argumento &eacute; simples: quando uma pessoa desempenha as suas fun&ccedil;&otilde;es com sucesso &eacute; prov&aacute;vel que seja promovida para o degrau hier&aacute;rquico seguinte. S&oacute; quando deixar de ter bons resultados (encontrando-se assim no seu n&iacute;vel de incompet&ecirc;ncia) &eacute; que deixar&aacute; de ser promovida. Para os autores do livro, a consequ&ecirc;ncia mais importante deste processo &eacute; que os lugares de chefia est&atilde;o, na sua maioria, ocupados por pessoas sem capacidade para os exercer. Para mim h&aacute; um resultado ainda mais preocupante: as pessoas competentes passam muito pouco tempo na linha da frente das empresas, em que estas contactam com o mercado. Depois de dois ou tr&ecirc;s degraus na escada em direc&ccedil;&atilde;o ao topo, os gestores perdem a capacidade de fazer estragos. Quem pode comprometer o sucesso comercial da empresa s&atilde;o as pessoas que interagem todos os dias com os clientes. ]]></content:encoded></item><item><title>Pequenos detalhes fundamentais</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2009-01-20T18:27:57+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/outliers.php#unique-entry-id-70</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/outliers.php#unique-entry-id-70</guid><content:encoded><![CDATA[Perceber o que conduz ao sucesso &eacute; fundamental. Malcom Gladwell procurou fazer precisamente isso com o seu livro &ldquo;Outliers&rdquo;, publicado no fim de 2008 e j&aacute; com vers&atilde;o portuguesa. O que leva algumas pessoas a erguer-se acima da multid&atilde;o? Naturalmente que o talento, a perseveran&ccedil;a e o esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o fundamentais, mas esses m&eacute;ritos n&atilde;o chegam, ao contr&aacute;rio do que as biografias oficiais nos querem fazer crer. Gladwell mostra-nos como as oportunidades, o contexto cultural e os acasos desempenham tamb&eacute;m um papel fundamental. Se percebermos alguns padr&otilde;es ocultos do sucesso de Bill Gates, dos Beatles ou de Oppenheimer, talvez possamos remover barreiras que nos impedem de triunfar. ]]></content:encoded></item><item><title>Natal com os copos</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2008-12-30T18:51:20+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/natal.php#unique-entry-id-67</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/natal.php#unique-entry-id-67</guid><content:encoded><![CDATA[Este &eacute; o m&ecirc;s dos jantares de Natal das empresas. Nestas alegres festas de harmonia e confraterniza&ccedil;&atilde;o, os gestores mais eficazes trocam os incentivos, a vis&atilde;o e o &lsquo;coaching&rsquo; pelo vodka, pelo whisky e pela cerveja na sua caixa de ferramentas de lideran&ccedil;a de equipas. Estas e outras bebidas alco&oacute;licas podem resolver os conflitos internos, solidificam o la&ccedil;os entre os seus membros e asseguram os n&iacute;veis de energia necess&aacute;rios para ultrapassar novos desafios. ]]></content:encoded></item><item><title>Conto de Natal</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2008-12-12T19:45:25+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/conto.php#unique-entry-id-66</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/conto.php#unique-entry-id-66</guid><content:encoded><![CDATA[Era uma vez um pa&iacute;s. E nesse pa&iacute;s vivia um rapazinho. O pai, preocupado com o futuro do petiz e acabada a quarta classe, colocou-o a aprender um mester (nesses long&iacute;nquos tempos n&atilde;o existiam novas oportunidades, s&oacute; mesmo possibilidades de aprender a fazer coisas pela via menos paternalista do trabalho duro). No caso, o de cortador de carnes num talho. E o petiz cedo evidenciou uma aptid&atilde;o natural para o neg&oacute;cio. De tal sorte, que se estabeleceu por conta pr&oacute;pria ainda era quase imberbe. Foi consolidando a sua network de fornecedores e construiu uma adequada &ldquo;base de clientes&rdquo; merc&ecirc; de um bel&iacute;ssimo &ldquo;marketing de proximidade&rdquo; e l&aacute;bia q.b.! Isso, e uma balan&ccedil;a cuja regula&ccedil;&atilde;o permitia &ldquo;poupar&rdquo; cem gramas de carne em cada quilograma vendido, que ao fim de cada dia, em m&eacute;dia, davam dois quilitos a favor de futuros cash-in-flows. De modos que ao fim do primeiro ano, conseguiu economizar para um carro em segunda m&atilde;o com jantes de liga leve. ]]></content:encoded></item><item><title>Choque de Gera&#xe7;&#xf5;es</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2008-12-02T18:23:46+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/netgen.php#unique-entry-id-65</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/netgen.php#unique-entry-id-65</guid><content:encoded><![CDATA[Esta gera&ccedil;&atilde;o de &ldquo;nativos digitais&rdquo; j&aacute; est&aacute; nas nossas empresas e organiza&ccedil;&otilde;es, a tentar encaixar-se num jogo que lhe &eacute; estranho. Tal como a gera&ccedil;&atilde;o anterior ia beber um caf&eacute; ou buscar um copo de &aacute;gua para falar com os colegas, esta gera&ccedil;&atilde;o tentar actualizar o seu estado no Facebook ou no Hi5. Mas, em vez de o conseguir fazer com naturalidade, descobre que a administra&ccedil;&atilde;o de redes da sua empresa decidiu bloquear o acesso a esses sites, tal como ao YouTube e a muitos outros recursos que assim lhe ficam vedados. Com a desculpa da produtividade, do tr&aacute;fego de dados e da largura de banda (como se esta n&atilde;o duplicasse a cada 12 meses), a decis&atilde;o at&eacute; parece aparentemente razo&aacute;vel. Mas ser&aacute; mesmo?]]></content:encoded></item><item><title>O fim dos crimes de colarinho branco</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2008-11-14T18:23:45+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/branco.php#unique-entry-id-64</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/branco.php#unique-entry-id-64</guid><content:encoded><![CDATA[A melhor solu&ccedil;&atilde;o para os problemas &eacute;ticos que t&ecirc;m assolado a economia global e os mercados financeiros que a sustentam &eacute; ensinar os lideres a esconder melhor as suas pequenas traquinices.<br /><br />A verdade &eacute; que as empresas e a sua cota&ccedil;&atilde;o na bolsa n&atilde;o sofrem com as malandrices cometidas por quem as comanda. Em muitos casos at&eacute; beneficiam das travessuras feitas para proveito pr&oacute;prio ou em nome do sucesso, em mercados cada vez mais competitivos. O que de facto destr&oacute;i valor e prejudica o bom funcionamento das institui&ccedil;&otilde;es do capitalismo &eacute; a teimosia dos jornalistas e dos investigadores que t&ecirc;m trazido estes casos a p&uacute;blico. ]]></content:encoded></item><item><title>O fantasma na m&#xe1;quina</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2008-11-03T18:23:37+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/fantasma.php#unique-entry-id-63</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/fantasma.php#unique-entry-id-63</guid><content:encoded><![CDATA[Por causa da crise (recess&atilde;o, forte abrandamento, depress&atilde;o... continuamos sem palavra consensual que encapsule o colapso &agrave; nossa volta... e, portanto sem a tranquilidade que comporta ter um nome para a &ldquo;besta&rdquo;...) (re)come&ccedil;am a defrontar-se as escolas econ&oacute;micas. Pensava-se que com o chamado consenso de Washington (desregular, privatizar e deixar o mercado formar todos os pre&ccedil;os acabando com os pre&ccedil;os pol&iacute;ticos e administrativos) o Estado iria, de cura em cura, emagrecer com ou sem dietas com alo&eacute; vera... ]]></content:encoded></item><item><title>Que podemos aprender com esta crise?</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2008-10-17T19:46:32+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/cisnenegro.php#unique-entry-id-62</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/cisnenegro.php#unique-entry-id-62</guid><content:encoded><![CDATA[H&aacute; v&aacute;rias semanas que a crise financeira ocupa as primeiras p&aacute;ginas dos jornais e tem lugar cativo no alinhamento da informa&ccedil;&atilde;o televisiva. Ningu&eacute;m tem hoje d&uacute;vidas do seu profundo impacto econ&oacute;mico, social e pol&iacute;tico. Mas h&aacute; uma quest&atilde;o central que tem passado ao lado da maior parte das an&aacute;lises: que aprendemos n&oacute;s realmente com esta crise? ]]></content:encoded></item><item><title>Caracas F&#xfa;tbol Club</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2008-09-26T19:24:35+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/caracas.php#unique-entry-id-61</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/caracas.php#unique-entry-id-61</guid><content:encoded><![CDATA[Todo o aspirante a l&iacute;der devia ser s&oacute;cio do Caracas F&uacute;tbol Club. H&aacute; poucos anos atr&aacute;s, uma das revistas nacionais de gest&atilde;o publicou um artigo sobre os gestores de topo das maiores empresas a operar em Portugal. No fim havia um quadro resumo em que, entre outras coisas, os entrevistados revelam as suas leituras habituais. Havia muitos adeptos da Harvard Business Review, mas o lider da subidi&aacute;ria de uma multinacional de sistemas de informa&ccedil;&atilde;o confessou que lia a Bola. Outro dia, um antigo colega que &eacute; vendedor de produtos de grande consumo contou-me que o chefe o incentivou a &ldquo;perceber de futebol&rdquo; se queria melhorar a sua rela&ccedil;&atilde;o com os clientes e com as pessoas que podiam de facto fazer algo pela sua ascen&ccedil;&atilde;o profissional. ]]></content:encoded></item><item><title>A felicidade eterna</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2008-09-19T19:20:49+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/felicidade.php#unique-entry-id-60</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/felicidade.php#unique-entry-id-60</guid><content:encoded><![CDATA[A coisa ainda n&atilde;o acabou, portanto, ainda &eacute; cedo para a agenda medi&aacute;tica ser dominada por aqueles que nos relembrar&atilde;o que &ldquo;nos tinham avisado&rdquo;. Ou por aqueles que prop&otilde;em inovadoras panaceias para que nunca mais possa acontecer. Ainda n&atilde;o &eacute; o tempo de balan&ccedil;os profund&iacute;ssimos nem para serem exigidos mecanismos &ldquo;que de uma vez por todas&rdquo; previnam estas crises. Ou novas autoridades de regula&ccedil;&atilde;o. Quem sabe, daqui a algum tempo algu&eacute;m vir&aacute; falar de meta sistemas e de Kurt Godel. E da necessidade de um supra organismo acima de todos que regule o sistema financeiro a n&iacute;vel mundial uma vez que os &ldquo;fen&oacute;menos&rdquo; s&atilde;o transnacionais e as fronteiras s&atilde;o um conceito in&uacute;til neste mundo electr&oacute;nico em que se esvaziam os cofres de um banco atrav&eacute;s do p&acirc;nico dos &ldquo;ratos&rdquo;... ]]></content:encoded></item><item><title>&#xc9;tica e estrat&#xe9;gia</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2008-08-22T19:55:16+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/etica.php#unique-entry-id-59</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/etica.php#unique-entry-id-59</guid><content:encoded><![CDATA[A &eacute;tica est&aacute; na moda. Casos como a Enron, o Barings e mais recentemente a Soci&eacute;t&eacute; G&eacute;n&eacute;rale trouxeram este tema para o topo das preocupa&ccedil;&otilde;es dos accionistas. E com raz&atilde;o. <br /><br />As empresas que, como estas, viram as suas &ldquo;pequenas malandrices&rdquo; nas primeiras p&aacute;ginas dos jornais sofrerarm fortes quedas na sua cota&ccedil;&atilde;o bolsista. Os &ldquo;fundos &eacute;ticos&rdquo;, que incluem crit&eacute;rios de sustentabilidade na escolha do seu &lsquo;portfolio&rsquo;, n&atilde;o s&atilde;o motivados por uma miss&atilde;o moralizadora dos mercados financeiros &ndash; querem &eacute; assegurar-se que n&atilde;o t&ecirc;m uma destas bombas-rel&oacute;gio em carteira. ]]></content:encoded></item><item><title>Redes para qu&#xea;?</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2008-08-08T19:01:19+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/redes.php#unique-entry-id-58</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/redes.php#unique-entry-id-58</guid><content:encoded><![CDATA[As rede sociais &lsquo;online&rsquo; j&aacute; deixaram h&aacute; algum tempo de ser brinquedos de &lsquo;geeks&rsquo; para entrarem na vida de cada vez mais pessoas. Os adolescentes adoptaram o Hi5 para mostrarem a sua personalidade e partilhar fotos e m&uacute;sica com os amigos, revelando personalidades virtuais muitas vezes desconhecidas para quem com eles vive. Os &ldquo;profissionais&rdquo; coleccionam liga&ccedil;&otilde;es no LinkedIn para mostrarem o seu curr&iacute;culo, a sua reputa&ccedil;&atilde;o e os seus contactos, talvez &agrave; espera que um ca&ccedil;a-talentos os recrute para uma fun&ccedil;&atilde;o bem paga no Dubai. O Twitter e os &lsquo;blogs&rsquo; servem para dizer (tanto a amigos como a desconhecidos) o que se v&ecirc;, o que se pensa e o que se quer, enquanto muita gente aproveita a frase de estado do &lsquo;messenger&rsquo; para partilhar o que est&aacute; a ouvir, a fazer ou a sentir. ]]></content:encoded></item><item><title>O colapso dos modelos</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2008-07-25T19:27:51+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/colapso.php#unique-entry-id-57</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/colapso.php#unique-entry-id-57</guid><content:encoded><![CDATA[O esp&iacute;rito das f&eacute;rias anda no ar e n&atilde;o &eacute; propriamente a &eacute;poca de grandes reflex&otilde;es. Sobretudo das que implicam a mudan&ccedil;a de paradigmas e, desta vez, n&atilde;o falo do meu clube nem do mundo do futebol, mas antes de coisas mesmo s&eacute;rias. N&atilde;o obstante, e o mais rapidamente poss&iacute;vel, vamos ter de repensar alguns modelos que conduzem o modo como pensamos e agimos sobre o quotidiano. Talvez mais pela fresca, que ultimamente a coisa anda um bocado bizarra. Nas &uacute;ltimas semanas chega a ser divertido o ciclo, que, &agrave; falta de melhor, poderemos chamar de Trichet. Cada vez que o governador do banco central europeu fala (e n&atilde;o age&hellip;), expressando a sua preocupa&ccedil;&atilde;o sobre a infla&ccedil;&atilde;o deixando a &ldquo;amea&ccedil;a&rdquo; de aumento de juros, segue-se que o d&oacute;lar se afunda e o petr&oacute;leo sobe. Numa ocasi&atilde;o, o petr&oacute;leo recuperou em horas o que tinha perdido em duas semanas. Portanto, o senhor Trichet, estou certo que involuntariamente, cada vez que fala consegue provocar o efeito contr&aacute;rio ao que deixa patente nas suas palavras e nos seus desejos. Claro que o mundo n&atilde;o ficaria melhor s&oacute; porque o senhor Trichet escolhesse falar menos. Mas, ainda assim, talvez devesse limitar-se a comunicar ac&ccedil;&otilde;es e decis&otilde;es concretas em lugar de longas an&aacute;lises em que detalha o contr&aacute;rio do que acabar&aacute; por acontecer como consequ&ecirc;ncia das suas palavras. E escrevo isto em face de duas semanas de descidas cont&iacute;nuas do pre&ccedil;o do crude... ]]></content:encoded></item><item><title>O monarca</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2008-07-14T19:26:11+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/monarca.php#unique-entry-id-56</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/monarca.php#unique-entry-id-56</guid><content:encoded><![CDATA[Poucos acreditam que as empresas s&atilde;o meritocracias ou democracias. Mas se n&atilde;o s&atilde;o nem uma coisa nem outra, ent&atilde;o o que s&atilde;o?<br />S&atilde;o monarquias.<br />Neste regime a chefia &eacute; ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros n&atilde;o s&oacute; pela c&ocirc;r do seu sangue como tamb&eacute;m pela forma ritual e simb&oacute;lica com que os seus membros se relacionam com os outros. ]]></content:encoded></item><item><title>Aprender mais com os maiores erros</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2008-06-30T19:43:58+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/aprender.php#unique-entry-id-54</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/aprender.php#unique-entry-id-54</guid><content:encoded><![CDATA[Durante a nossa vida procuramos avidamente raz&otilde;es, motivos e causas. Essa busca instintiva ajuda-nos a perceber o mundo que nos rodeia, mas convence-nos que &eacute; atrav&eacute;s de causas simples que produzimos resultados e leva-nos a pensar erradamente que a sociedade em que vivemos resultou de inten&ccedil;&otilde;es precisas e de planos bem detalhados. &Eacute; raro ouvir contar uma hist&oacute;ria de sucesso como uma sequ&ecirc;ncia feliz de acasos bem aproveitados. Em vez disso, o sucesso &eacute; atribu&iacute;do &agrave; vis&atilde;o e &agrave; determina&ccedil;&atilde;o, mascarando a complexidade do que realmente aconteceu com a linearidade de uma hist&oacute;ria contada em tom her&oacute;ico. ]]></content:encoded></item><item><title>Terror ao pequeno almo&#xe7;o</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2008-05-30T11:42:32+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/terror.php#unique-entry-id-53</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/terror.php#unique-entry-id-53</guid><content:encoded><![CDATA[O director da unidade de vendas onde fiz a minha investiga&ccedil;&atilde;o de doutoramento tomava o pequeno-almo&ccedil;o com os chefes das suas oito equipas de vendas todas as quartas-feiras de manh&atilde;. O terror que cada um deles transpirava quando se sentava &agrave; frente de dois croissants, um pacotinho de manteiga e uma ch&aacute;vena de caf&eacute; era contagiante. Na primeira vez que fui a uma destas reuni&otilde;es, vi que as m&atilde;os de v&aacute;rios deles tremiam &ndash; parecia que a delicada faca de cortar croissants era um martelo penum&aacute;tico ligado &agrave; corrente. A energia que a alimentava vinha de dentro, do medo do interrogat&oacute;rio que estava para vir. ]]></content:encoded></item><item><title>A conversa quando as coisas n&#xe3;o correm bem</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2008-05-16T19:39:04+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/conversa.php#unique-entry-id-52</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/conversa.php#unique-entry-id-52</guid><content:encoded><![CDATA[Trata-se de discutir, neste artigo, algumas curiosidades do processo de formula&ccedil;&atilde;o de uma estrat&eacute;gia. Devemos come&ccedil;ar pelo neg&oacute;cio em que realmente estamos. Por exemplo, algumas pessoas podem presumir que vendem ferramentas de jardinagem, quando realmente est&atilde;o no neg&oacute;cio dos &lsquo;hobbies&rsquo; de fim-de-semana ao ar livre e em contacto com a natureza, competindo com as excurs&otilde;es do Centro Nacional de Cultura, ou com os passeios pedestres ao Jardim Bot&acirc;nico, ou com as actividades de preven&ccedil;&atilde;o dos AVC. Uma empresa que transporta crian&ccedil;as de casa para a escola pode equivocar-se e definir-se como empresa de transportes, quando o que realmente presta &eacute; um servi&ccedil;o de seguran&ccedil;a. Entendido qual &eacute; realmente o neg&oacute;cio em que estamos presentes, podemos ent&atilde;o definir como queremos actuar. Em que segmentos e com que produtos espec&iacute;ficos devemos posicionar-nos, tendo em conta as ac&ccedil;&otilde;es de outros concorrentes, fornecedores, regulamentos e demais vari&aacute;veis que podem facilitar ou constranger as nossas inten&ccedil;&otilde;es e ac&ccedil;&otilde;es. ]]></content:encoded></item><item><title>As crises de lideran&#xe7;a</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2008-05-02T19:36:51+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/crises.php#unique-entry-id-50</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/crises.php#unique-entry-id-50</guid><content:encoded><![CDATA[As institui&ccedil;&otilde;es e as grandes empresas costumavam ser um lugar seguro face &agrave;s amea&ccedil;as da incerteza, uma garantia de continuidade num mundo vol&aacute;til. A lideran&ccedil;a dessas organiza&ccedil;&otilde;es tinha normalmente ciclos longos, de v&aacute;rios anos ou mesmo d&eacute;cadas, um resultado da estabilidade dos equil&iacute;brios de poder internos. A cara de uma pessoa tornava-se indissoci&aacute;vel do papel que desempenhava &agrave; frente de um banco, um partido, uma central sindical ou uma associa&ccedil;&atilde;o empresarial. As lealdades eram o resultado firme de um relacionamento sem fim &agrave; vista, por isso as deslealdades pagavam-se caro. As rupturas e os encontros tinham o dramatismo de algo definitivo, sem retorno. Os grupos informais dentro das organiza&ccedil;&otilde;es tinham tempo para se organizar, baseados na confian&ccedil;a entre pessoas que fazem a mesma op&ccedil;&atilde;o de vida. Por isso, mesmo que tudo mudasse, algo permanecia. ]]></content:encoded></item><item><title>Alternativas ao Homo Economicus</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2008-04-11T19:33:18+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/homoeco.php#unique-entry-id-49</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/homoeco.php#unique-entry-id-49</guid><content:encoded><![CDATA[H&aacute; um conjunto de trabalhadores em cada empresa que correspondem &agrave;s expectativas dos economistas. S&atilde;o os homo economicus ou busca-b&oacute;nus: indiv&iacute;duos que ajustam o seu comportamento de forma a maximizar o b&oacute;nus que resulta do atingimento dos objectivos que lhes s&atilde;o propostos. A carreira n&atilde;o &eacute; a sua preocupa&ccedil;&atilde;o principal e muitos recusam promo&ccedil;&otilde;es porque sabem que a sua compet&ecirc;ncia para atingir resultados atrav&eacute;s do seu pr&oacute;prio esfor&ccedil;o pode n&atilde;o se reflectir nas capacidade de os atingir atrav&eacute;s dos outros. A sua progress&atilde;o segue uma l&oacute;gica meramente material. Preocupam-se n&atilde;o com o seu desenvolvimento ou com o n&iacute;vel de desafio das suas tarefas mas sim com as mudan&ccedil;as no valor do seu b&oacute;nus e no esfor&ccedil;o necess&aacute;rio para o atingir. Esta orienta&ccedil;&atilde;o para os resultados pode levar a pr&aacute;ticas abusivas de vendas, pequenas e grandes fraudes e outros comportamentos n&atilde;o &eacute;ticos. Pior &ndash; a sua motiva&ccedil;&atilde;o para cumprir objectivos n&atilde;o transborda para as outras &aacute;reas da sua rela&ccedil;&atilde;o com a organiza&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o partilham conhecimento, n&atilde;o est&atilde;o interessados aprender com os outros nem contribuem de forma formal ou informal para a sustentabilidade estrat&eacute;gica da empresa. Est&atilde;o l&aacute; apenas para cumprir o que lhes &eacute; pedido e ganhar os pr&eacute;mios da&iacute; resultantes. ]]></content:encoded></item><item><title>Estrat&#xe9;gia Instant&#xe2;nea (III)</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2008-03-17T19:11:11+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/estrategia3.php#unique-entry-id-48</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/estrategia3.php#unique-entry-id-48</guid><content:encoded><![CDATA[Aqui h&aacute; umas semanas sugeri que uma boa parte das estrat&eacute;gias cl&aacute;ssicas est&atilde;o em vias de extin&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, a dicotomia introduzida pelo Porter, a escolha entre o produzir barato e em massa ou produzir diferente e desnatar o mercado, foi, aparentemente, ultrapassada pelo produzir diferen&ccedil;a para o mercado de massas, como se pode constatar nos casos da Zara e da Decathelom. Depois, brincado um pouco com a extraordin&aacute;ria e prolixa p&oacute;s modernidade na teoria da gest&atilde;o, sugeri que a sabedoria contida em os  &ldquo;tr&ecirc;s porquinhos gestores" e no "s&iacute;ndrome do macho alfa&rdquo;, entre outros, poderia n&atilde;o bastar para substituir o modelo de crescimento do Igor Ansoff, que ainda me parece muito &uacute;til e talvez o melhor modelo de racioc&iacute;nio estrat&eacute;gico. Mas, voltemos ent&atilde;o &agrave; quest&atilde;o inicial: A estrat&eacute;gia tornou-se como os tempos, instant&acirc;nea. Mas quais ser&atilde;o os novos vectores de posicionamento? ]]></content:encoded></item><item><title>N&#xe3;o diga&#x2c; fa&#xe7;a&#x21;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2008-02-22T19:21:39+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/digafaca.php#unique-entry-id-46</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/digafaca.php#unique-entry-id-46</guid><content:encoded><![CDATA[A linha que separa o discurso empresarial politicamente correcto da mais pura hipocrisia &eacute; por vezes muito t&eacute;nue. Nenhum l&iacute;der de uma organiza&ccedil;&atilde;o assume que n&atilde;o quer colaboradores com mais do que uma determinada idade a trabalhar consigo, mas &eacute; f&aacute;cil coleccionar nomes de organiza&ccedil;&otilde;es nas quais quem tem 50, 45 ou at&eacute; pouco mais de 40 anos &eacute; "delicadamente" considerado velho demais e conduzido at&eacute; &agrave; porta das mais variadas formas... E assim se desperdi&ccedil;a capital humano de grande valor. Nenhum gestor &eacute; apanhado em p&uacute;blico a protestar pela dura&ccedil;&atilde;o da licen&ccedil;a de maternidade das suas colaboradoras que s&atilde;o m&atilde;es, mas todos conhecemos casos de mulheres cuja carreira foi afectada pela maternidade. Numa altura em que a baixa natalidade &eacute; um problema nacional e europeu, o problema das penaliza&ccedil;&otilde;es encobertas da maternidade &eacute; t&atilde;o grande, atingindo oper&aacute;rias, t&eacute;cnicas e mesmo gestoras, que at&eacute; j&aacute; motivou iniciativas no nosso parlamento. ]]></content:encoded></item><item><title>Fobias e estrat&#xe9;gia</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2008-02-08T19:52:27+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/fobias.php#unique-entry-id-45</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/fobias.php#unique-entry-id-45</guid><content:encoded><![CDATA[H&aacute; momentos na hist&oacute;ria dos mercados em que os gestores s&atilde;o v&iacute;timas de fobias hist&eacute;ricas. Estes epis&oacute;dios tornam oportunidades de refor&ccedil;ar a posi&ccedil;&atilde;o competitiva da empresa em amea&ccedil;as &agrave; sua sobreviv&ecirc;ncia.<br /><br />O terror que assola os l&iacute;deres da ind&uacute;stria de conte&uacute;dos &eacute; talvez o exemplo mais tr&aacute;gico deste fen&oacute;meno na hist&oacute;ria econ&oacute;mica recente. Os directores das editoras de livros, das empresas discogr&aacute;ficas e dos est&uacute;dios de cinema t&ecirc;m pesadelos recorrentes com a Internet. Para eles o espa&ccedil;o virtual &eacute; como que uma grande &lsquo;feira da ladra dos pequeninos&rsquo; onde crian&ccedil;as e jovens se entret&ecirc;m a roubar fatias cada vez maiores da apetitosa factura&ccedil;&atilde;o de cada uma destas ind&uacute;strias. ]]></content:encoded></item><item><title>Estrat&#xe9;gia Instant&#xe2;nea (II)</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2008-01-25T17:40:40+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/estrategia2.php#unique-entry-id-44</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/estrategia2.php#unique-entry-id-44</guid><content:encoded><![CDATA[A estrat&eacute;gia tornou-se como os tempos. Instant&acirc;nea. Mas quais ser&atilde;o os novos vectores de posicionamento? Na &uacute;ltima vez que escrevi para o Di&aacute;rio Econ&oacute;mico fiquei por aqui. Com esta pergunta.<br /><br />Os tempos parecem ter desvalorizado a an&aacute;lise financeira, a an&aacute;lise dos mercados, a gest&atilde;o de opera&ccedil;&otilde;es e uma razo&aacute;vel regra de cumprir as expectativas geradas &agrave;s pessoas que connosco compartilham os destinos e desafios das organiza&ccedil;&otilde;es. ]]></content:encoded></item><item><title>As tecnologias do poder</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2008-01-11T20:38:02+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/poder.php#unique-entry-id-43</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/poder.php#unique-entry-id-43</guid><content:encoded><![CDATA[Quando falamos de poder, as imagens mentais que nos ocorrem referem-se, frequentemente, a situa&ccedil;&otilde;es de dom&iacute;nio, nas quais uma parte sujeita a outra &agrave; sua vontade. "Ter poder" &eacute; entendido como sin&oacute;nimo de ser capaz de controlar. Mas quando se diz "ter poder" estamos a entender o poder como se fosse uma coisa, algo cuja posse se pudesse deter e assim usar. Ser&aacute; esse o caso? A no&ccedil;&atilde;o convencional de "poder" confunde-se demasiado com autoridade e lideran&ccedil;a, e &eacute; dif&iacute;cil retirar-lhe o peso das associa&ccedil;&otilde;es aparentemente &oacute;bvias a hierarquia, estatuto e controlo. Mas o poder &eacute; mais do que isso e pode at&eacute; ser muito &uacute;til entend&ecirc;-lo de forma radicalmente diferente. ]]></content:encoded></item><item><title>Elogio &#xe0; cegueira</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2007-12-28T19:39:43+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/cegueira.php#unique-entry-id-42</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/cegueira.php#unique-entry-id-42</guid><content:encoded><![CDATA[H&aacute; poucas modas de gest&atilde;o mais perigosas do que a vis&atilde;o. Uma empresa que tenha uma daquelas que &eacute; mesmo para usar no dia a dia, e n&atilde;o apenas para estar pendurada na parede para satisfazer clientes e fazer as del&iacute;cias dos acad&eacute;micos, &eacute; uma empresa condenada a problemas estrat&eacute;gicos e &eacute;ticos. ]]></content:encoded></item><item><title>Empresas e Coelhinhos</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2007-07-13T21:35:26+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/coelhinhos.php#unique-entry-id-41</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/coelhinhos.php#unique-entry-id-41</guid><content:encoded><![CDATA[Um dos primeiros livros de gest&atilde;o que li foi o 'Liberation Management' do Tom Peters. Uma parte do livro deixou-me perturbado &ndash; um cap&iacute;tulo inteiro que defendia que os gestores s&atilde;o irrelevantes. O autor citava v&aacute;rios estudos que provavam que a estrat&eacute;gia de qualquer empresa era definida no momento da sua cria&ccedil;&atilde;o e que qualquer esfor&ccedil;o para a mudar significativamente mais tarde era infrut&iacute;fero. Os outros livros que li pareciam ignorar esta investiga&ccedil;&atilde;o, mas isso n&atilde;o foi suficiente para me fazer esquecer o assunto. ]]></content:encoded></item><item><title>Boas Inten&#xe7;&#xf5;es</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2006-09-08T21:30:58+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/intencoes.php#unique-entry-id-39</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/intencoes.php#unique-entry-id-39</guid><content:encoded><![CDATA[Uma das coisas mais perigosas que existem s&atilde;o as pessoas bem intencionadas. Em geral, estas pessoas possuem uma vis&atilde;o de como &eacute; que o mundo poderia ser perfeito. E, numa posi&ccedil;&atilde;o de poder, legislam para que o mundo se aproxime do estado visionado. H&aacute; muitos anos tive ocasi&atilde;o de testemunhar como, atrav&eacute;s de um sistema de incentivos denominado RIME, se tentou produzir por esse pais fora, empres&aacute;rios e empreendedores a partir de gente que tinha ficado sem trabalho, e, que no geral possu&iacute;a qualifica&ccedil;&otilde;es muito pouco not&aacute;veis. Atrav&eacute;s de um &ldquo;curso&rdquo; de gest&atilde;o muito r&aacute;pido e prenhe de swot&rsquo;s e mix de marketing e meia d&uacute;zia de indicadores de gest&atilde;o financeira, e da promessa de incentivos e de um projecto de investimento sempre com VAL satisfat&oacute;rio e TIR&rsquo;s ainda mais bondosas. No final, dados os tradicionais atrasos nos pagamentos de incentivos, pouca gente se ter&aacute; ficado a rir. Conheci bastantes que ficaram afogados nos leasings, incapazes de gerir os compromissos financeiros decorrentes da explora&ccedil;&atilde;o que nunca correu como os risonhos planos financeiros dos projectos. ]]></content:encoded></item><item><title>O Sistema Sombra</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2006-08-25T21:29:14+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/sombra.php#unique-entry-id-38</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/sombra.php#unique-entry-id-38</guid><content:encoded><![CDATA[A sua empresa tem um sistema de informa&ccedil;&atilde;o sombra. Porque &eacute; que este sistema existe e que desafios coloca aos seus gestores? Olhe bem &agrave; sua volta. O sistema de informa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; f&aacute;cil de descobrir: um computador em cada secret&aacute;ria com um &rsquo;software&rsquo; de gest&atilde;o escolhido e implementado pela empresa. O sistema  sombra tamb&eacute;m est&aacute; &agrave; vista: um caderno, uma pilha de pap&eacute;is e um conjunto de &lsquo;post-its&rsquo; ironicamente colocados no ecr&atilde; do computador. ]]></content:encoded></item><item><title>Os enigmas da cultura</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-03-31T21:27:32+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/cultura.php#unique-entry-id-37</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/cultura.php#unique-entry-id-37</guid><content:encoded><![CDATA[A gest&atilde;o apropriou-se do termo cultura para designar o que o d&aacute; identidade a uma organiza&ccedil;&atilde;o. Assim, &eacute; na cultura de uma empresa que muitas vezes se procuram explica&ccedil;&otilde;es para as suas dificuldades ou para o seu sucesso. Peters e Waterman contribu&iacute;ram fortemente para isso quando, no in&iacute;cio dos anos 80, publicaram o seu livro &ldquo;Na Senda da Excel&ecirc;ncia&rdquo;. Procurando contrariar a rigidez de gest&atilde;o dominante na altura, atribu&iacute;ram o sucesso das empresas &ldquo;excelentes&rdquo; &agrave; sua cultura mais &aacute;gil e humanizada e aos valores partilhados pelos seus colaboradores. A verdade &eacute; que, apenas cinco anos depois, dois ter&ccedil;os das 43 empresas "excelentes" encontradas por Tom Peters e Robert Waterman estavam em crise. ]]></content:encoded></item><item><title>O trabalho invis&#xed;vel dos vendedores</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2007-09-07T21:26:09+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/vendedores.php#unique-entry-id-36</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/vendedores.php#unique-entry-id-36</guid><content:encoded><![CDATA[H&aacute; pol&iacute;ticas de remunera&ccedil;&atilde;o que s&atilde;o erros &oacute;bvios. Por exemplo, como seria avaliado o l&iacute;der de uma empresa de estudos de mercado que premiasse os seus colaboradores com base nos resultados dos inqu&eacute;ritos aos consumidores? Certamente de forma muito negativa. &Eacute; pouco inteligente pagar a uma equipa que est&aacute; a descobrir qual &eacute; o sabonete preferido dos Portugueses pelo n&uacute;mero de pessoas que respondem Sabonete Silva. &Eacute; f&aacute;cil prever o resultado desta avalia&ccedil;&atilde;o do sector da higiene pessoal: o Sabonete Silva seria a escolha da esmagadora maioria dos inquiridos. ]]></content:encoded></item><item><title>Ch&#xe1;&#x2c; suor e l&#xe1;grimas</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2007-03-09T21:24:35+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/cha.php#unique-entry-id-35</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/cha.php#unique-entry-id-35</guid><content:encoded><![CDATA[Trabalhar &eacute; apenas uma das muitas coisas que as pessoas fazem nas empresas. Tamb&eacute;m tomam ch&aacute; e caf&eacute;, navegam na internet e desabafam as suas pequenas trag&eacute;dias. &Agrave;s vezes tamb&eacute;m choram. Os gestores t&ecirc;m tentado aumentar a produtividade minimizando o tempo desperdi&ccedil;ado com essas distrac&ccedil;&otilde;es. Mas ser&aacute; que estas actividades t&ecirc;m um impacto negativo no desempenho? ]]></content:encoded></item><item><title>O paradoxo dos &#x201c;colaboradores ideais&#x201d;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-05-26T21:01:00+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/colaboradores.php#unique-entry-id-34</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/colaboradores.php#unique-entry-id-34</guid><content:encoded><![CDATA[A prop&oacute;sito de um dos &uacute;ltimos artigos deste painel, uma leitora enviou-me o endere&ccedil;o de um dos seus blogs preferidos. Segundo ela, estava muito perto da forma como se discutia nesse artigo a lideran&ccedil;a das nossas empresas. Fiquei curioso e segui imediatamente o link&hellip; Foi assim que descobri o Creating Passionate Users, um excelente blog escrito a oito m&atilde;os em  <a href="http://headrush.typepad.com/" rel="self">http://headrush.typepad.com/</a>. ]]></content:encoded></item><item><title>Depois da &#x2018;&#xfa;ltima linha&#x2019;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2007-01-12T20:59:13+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/linha.php#unique-entry-id-33</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/linha.php#unique-entry-id-33</guid><content:encoded><![CDATA[Exigir resultados &eacute; um direito natural de qualquer accionista e estabelecer objectivos &eacute; um instrumento b&aacute;sico de qualquer gestor. &Eacute; por isso que muita gente afirma que uma cultura de objectivos e resultados &eacute; a base de uma gest&atilde;o eficaz, capaz de traduzir inten&ccedil;&otilde;es em ac&ccedil;&otilde;es que produzem os efeitos desejados. &Eacute; tamb&eacute;m por isso que se diz, sem grandes reservas, que o que interessa &eacute; a &lsquo;bottom line&rsquo;, a &uacute;ltima linha da demonstra&ccedil;&atilde;o de resultados. H&aacute; mesmo quem diga que tudo o resto &eacute; conversa. De facto, a &uacute;ltima linha, aquela onde aparece o valor do lucro ou do preju&iacute;zo apurado, &eacute; muito importante porque reflecte o desempenho do &uacute;ltimo per&iacute;odo e a viabilidade imediata de uma empresa. Mas ser&aacute; s&oacute; isso que importa? ]]></content:encoded></item><item><title>Estrat&#xe9;gia Instant&#xe2;nea (I)</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2007-12-14T20:57:30+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/estategia1.php#unique-entry-id-32</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/estategia1.php#unique-entry-id-32</guid><content:encoded><![CDATA[Cada &eacute;poca conheceu um problema estrat&eacute;gico dominante. Na d&eacute;cada de sessenta, na senda dos tempos do baby boom,  o autor Igor Ansoff foi o que melhor percebeu que a quest&atilde;o dominante era o crescimento. O problema marcante era como aproveitar as oportunidades de negocio.  Ansoff prop&ocirc;s uma matriz not&aacute;vel para a abordagem das traject&oacute;rias l&oacute;gicas de desenvolvimento &ldquo;org&acirc;nico&rdquo;. Partia do primeiro passo, &ldquo;vender mais do mesmo aos mesmos&rdquo;, seguido de &ldquo;encontrar novos clientes para os mesmos produtos&rdquo;, completava com &ldquo;mais produtos para si que j&aacute; confiava em n&oacute;s&rdquo; e finalizava com a aplica&ccedil;&atilde;o do cash inflow realizado nas op&ccedil;&otilde;es anteriores em novos neg&oacute;cios. A apologia da diversifica&ccedil;&atilde;o talvez tenha ido longe demais, at&eacute; aos conglomerados de neg&oacute;cios de &ldquo;tudo em todo o lado&rdquo;, que fizeram a ITT descobrir que gest&atilde;o n&atilde;o &eacute; apenas racionalidade mais um sistema de reporting. ]]></content:encoded></item><item><title>O choque tecnol&#xf3;gico</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2007-02-09T20:55:18+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/choque.php#unique-entry-id-31</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/choque.php#unique-entry-id-31</guid><content:encoded><![CDATA[No &uacute;ltimo ano e meio foram publicados dois livros que deixaram marcas profundas porque identificaram novas formas como a tecnologia est&aacute; a mudar os h&aacute;bitos de um n&uacute;mero cada vez maior de pessoas. Estou da falar de &lsquo;The Search&rsquo;, de John Battelle, publicado entre n&oacute;s pela Casa das Letras, e de The Long Tail&rsquo;, a obra do editor da Wired, Chris Anderson, ainda sem edi&ccedil;&atilde;o portuguesa que eu conhe&ccedil;a. Nenhum desses livros se deixa condensar numa frase nem num par&aacute;grafo, mas exploram duas faces do mesmo fen&oacute;meno: a forma como chegamos &agrave; informa&ccedil;&atilde;o que queremos est&aacute; a mudar. ]]></content:encoded></item><item><title>O paradoxo da inova&#xe7;&#xe3;o</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2006-02-17T20:53:06+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/inovacao.php#unique-entry-id-30</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/inovacao.php#unique-entry-id-30</guid><content:encoded><![CDATA[As empresas criam novidades, sob a forma de produtos melhores, mais fi&aacute;veis, mais atractivos, mais &uacute;teis e de modo crescente h&iacute;bridos de v&aacute;rias tecnologias. Como consumidores, fic&aacute;mos &ldquo;viciados&rdquo; nesta espiral de novidade. Exigimos cada vez mais e mais das empresas. De facto, j&aacute; assimil&aacute;mos palavras como segunda gera&ccedil;&atilde;o, &lsquo;restyling&rsquo;, &lsquo;upgrade&rsquo;, &lsquo;improvment&rsquo;, como sem&acirc;nticas correntes quando nos referimos a produtos cuja complexidade n&atilde;o percebemos, mas que tratamos &ldquo;por tu&rdquo; e como objectos triviais. A maior parte de n&oacute;s acha perfeitamente poss&iacute;vel que o telem&oacute;vel amanh&atilde; seja receptor de televis&atilde;o, e, porque n&atilde;o, que os &oacute;culos de sol sirvam de telem&oacute;vel, ou que as torneiras de alguns restaurantes deveriam ter &lsquo;ABS&rsquo; para evitar alguns mal entendidos. ]]></content:encoded></item><item><title>A persuas&#xe3;o do powerpoint</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-11-03T20:51:25+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/powerpoint.php#unique-entry-id-29</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/powerpoint.php#unique-entry-id-29</guid><content:encoded><![CDATA[N&atilde;o me lembro de nenhum tema que tenha apaixonado mais a esp&eacute;cie humana do que encontrar a liga&ccedil;&atilde;o entre causas e efeitos. Quando ignoramos as causas de alguma coisa, o medo que essa coisa nos provoca &eacute; ampliado de forma assustadora. Quando percebemos as causas desse efeito, o medo atenua-se e ganhamos uma sensa&ccedil;&atilde;o de controlo sobre o que est&aacute; a acontecer. Ao longo da hist&oacute;ria do Homem foi assim, por exemplo, com o fogo, os rel&acirc;mpagos e algumas doen&ccedil;as. Da mesma forma, quando procuramos um determinado efeito procuramos gerar causas que nos deixem seguros de que atingiremos esse objectivo. ]]></content:encoded></item><item><title>Negocia&#xe7;&#xe3;o n&#xe3;o&#x2c; persuas&#xe3;o</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2006-09-22T20:49:29+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/persuasao.php#unique-entry-id-28</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/persuasao.php#unique-entry-id-28</guid><content:encoded><![CDATA[A negocia&ccedil;&atilde;o &eacute; vista como uma compet&ecirc;ncia central dos gestores. No entanto, nas organiza&ccedil;&otilde;es, a persuas&atilde;o &eacute; t&atilde;o ou mais importante do que a negocia&ccedil;&atilde;o. Por duas raz&otilde;es: Primeiro, os processos formais de persuas&atilde;o s&atilde;o cada vez mais frequentes nas empresas. Segundo, o sucesso numa negocia&ccedil;&atilde;o depende muitas vezes de um processo informal de persuas&atilde;o. ]]></content:encoded></item><item><title>&#xc9; a Economia&#x2c; est&#xfa;pido</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2007-08-24T20:46:46+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/estupido.php#unique-entry-id-27</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/estupido.php#unique-entry-id-27</guid><content:encoded><![CDATA[Receio bem que estejamos a perder o p&eacute;. &Agrave; realidade nua e crua do ultra liberalismo chin&ecirc;s respondemos, na Europa, com a &ldquo;fabrica&ccedil;&atilde;o&rdquo; de realidades fict&iacute;cias. &ldquo;Raz&otilde;es de Ganho&rdquo; era o nome de um question&aacute;rio que tive de aplicar recentemente numa ac&ccedil;&atilde;o de forma&ccedil;&atilde;o dessas com o elevad&iacute;ssimo patroc&iacute;nio da &ldquo;Europa&rdquo;. Europa, esse lugar m&aacute;gico de fantasias benignas e protectoras, para onde remetemos, por enquanto, os medos dos perigos que se escondem em nuvens amea&ccedil;adoramente escuras. ]]></content:encoded></item><item><title>Em que tabuleiro quer jogar?</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2006-03-17T20:44:07+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/tabuleiro.php#unique-entry-id-26</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/tabuleiro.php#unique-entry-id-26</guid><content:encoded><![CDATA[A inova&ccedil;&atilde;o &eacute; apresentada, ultimamente com car&aacute;cter obsessivo, como solu&ccedil;&atilde;o para os problemas empresariais, sectoriais e do pa&iacute;s. E, talvez at&eacute; pela simpatia do Primeiro Ministro pela Finl&acirc;ndia, facilmente se torna sin&oacute;nimo de alta tecnologia, de avan&ccedil;os na f&iacute;sica, de produtos complex&iacute;ssimos de engenharia, de curas com base em extraordin&aacute;rios avan&ccedil;os na gen&eacute;tica. Constitui, aparentemente a porta &uacute;nica para uma economia baseada no conhecimento e na tecnologia, porta que nos deveremos apressar a franquear sob pena que se feche para todo o sempre... ]]></content:encoded></item><item><title>Os l&#xed;deres a prazo e o bacalhau</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2007-01-26T20:41:10+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/bacalhau.php#unique-entry-id-25</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/bacalhau.php#unique-entry-id-25</guid><content:encoded><![CDATA[Muitas empresas, como a SONAE ou a GE t&ecirc;m rela&ccedil;&otilde;es est&aacute;veis com os seus gestores de topo. No entanto h&aacute; outras, como a Galp e a HP, em que estes l&iacute;deres v&ecirc;m com prazo de validade. Quando chegam, j&aacute; t&ecirc;m uma data de partida anunciada. A sua carreira depende da capacidade de terem um impacto significativo e muito vis&iacute;vel durante a sua estadia. H&aacute; que provar que a mudan&ccedil;a &eacute; para melhor e por isso rapidamente aparecem v&aacute;rias iniciativas para responder aos novos desafios de mercado. Mas muitas vezes estes novos projectos demoram a ser implementados e quando finalmente chegam ao fim, os resultados ficam muito aqu&eacute;m das expectativas. ]]></content:encoded></item><item><title>Confian&#xe7;a&#x2c; coes&#xe3;o e sucesso</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-07-07T20:39:15+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/sucesso.php#unique-entry-id-24</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/sucesso.php#unique-entry-id-24</guid><content:encoded><![CDATA[Numa altura em que ainda se digere a derrota nas meias-finais frente &agrave; Fran&ccedil;a, vale a pena mesmo assim reflectir sobre o que faz uma equipa de futebol, tal como uma empresa, ter sucesso ou falhar. E a equipa que Scolari construiu, mesmo sem ter chegado &agrave; final, d&aacute;-nos espa&ccedil;o para algumas analogias interessantes com o mundo empresarial. O mais curioso &eacute; que essas analogias d&atilde;o mesmo vida aos aspectos centrais da nossa vida empresarial que o soci&oacute;logo Richard Sennett identifica no seu &uacute;ltimo livro (&lsquo;The Culture of the New Capitalism&rsquo;, que traduzido &agrave; letra ser&aacute; qualquer coisa como &lsquo;A cultura do novo capitalismo&rsquo;, editado este ano pela Yale University Press e ainda sem publica&ccedil;&atilde;o entre n&oacute;s). ]]></content:encoded></item><item><title>Montra e janela</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2006-06-09T20:36:31+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/janela.php#unique-entry-id-23</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/janela.php#unique-entry-id-23</guid><content:encoded><![CDATA[Hoje quero provocar os leitores com o seguinte argumento: os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o (SIs) n&atilde;o s&atilde;o uma janela, s&atilde;o uma montra. Esta provoca&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; um exerc&iacute;cio de imagina&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica, &eacute; o resultado de 15 meses de investiga&ccedil;&atilde;o numa multinacional que &eacute; apresentada como um exemplo de sucesso na implementa&ccedil;&atilde;o de SIs estrat&eacute;gicos. ]]></content:encoded></item><item><title>De que lideran&#xe7;a precisamos?</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-04-28T20:34:19+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/lider.php#unique-entry-id-22</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/lider.php#unique-entry-id-22</guid><content:encoded><![CDATA[A lideran&ccedil;a &eacute; um aspecto essencial da gest&atilde;o. Ningu&eacute;m lidera uma organiza&ccedil;&atilde;o sem gerir e &eacute; quase imposs&iacute;vel gerir sem alguma forma de lideran&ccedil;a. Mas liderar &eacute; geralmente associado a figuras com uma aura quase m&iacute;stica, gestores carism&aacute;ticos ou vision&aacute;rios de sucesso. Mas ser&aacute; essa a lideran&ccedil;a que faz falta nas nossas empresas? ]]></content:encoded></item><item><title>O que n&#xe3;o se controla</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-10-06T20:32:44+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/controla.php#unique-entry-id-21</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/controla.php#unique-entry-id-21</guid><content:encoded><![CDATA[A vida em diferentes organiza&ccedil;&otilde;es, privadas ou p&uacute;blicas, tem por vezes semelhan&ccedil;as extraordin&aacute;rias. Tenho ouvido nas &uacute;ltimas semanas v&aacute;rias hist&oacute;rias, contadas por pessoas que trabalham em diferentes empresas e organismos p&uacute;blicos, que partilham um tra&ccedil;o comum muito claro: a ansiedade e a sensa&ccedil;&atilde;o de vazio que uma mudan&ccedil;a esperada provoca enquanto n&atilde;o se concretiza. O mais curioso nas v&aacute;rias narrativas &eacute; que n&atilde;o &eacute; a mudan&ccedil;a em si que desperta essas emo&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis, mas sim a perda de sentido que a espera provoca. E a pergunta que surge &eacute; muito simples: &ldquo;Se tudo vai mudar, que fa&ccedil;o eu aqui?&rdquo; ]]></content:encoded></item><item><title>O Portugu&#xea;s na redoma de vidro</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2007-03-23T21:37:58+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/redoma.php#unique-entry-id-20</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/redoma.php#unique-entry-id-20</guid><content:encoded><![CDATA[A cultura portuguesa &eacute; apontada como uma das raz&otilde;es para a falta de competitividade do nosso pa&iacute;s. Se assim for, a melhor estrat&eacute;gia para melhorar a nossa economia &eacute; enviar cidad&atilde;os nacionais para os pa&iacute;ses que concorrem directamente com o nosso e importar profissionais de locais com uma cultura mais eficaz. Se os valores e h&aacute;bitos que nos caracterizam enquanto portugueses, em certas condi&ccedil;&otilde;es pode dar resposta a qualquer desafio competitivo, ent&atilde;o estamos perante a necessidade de ajustar processos de gest&atilde;o e lideran&ccedil;a. ]]></content:encoded></item><item><title>O que n&#xe3;o se mede</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-08-11T20:29:13+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/medir.php#unique-entry-id-19</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/medir.php#unique-entry-id-19</guid><content:encoded><![CDATA[Quando descobri o mundo fascinante da psicologia, uma das ideias que me impressionou mais foi a no&ccedil;&atilde;o de que para nos defendermos da ansiedade que alguma situa&ccedil;&atilde;o nos provoca acabamos por criar um problema maior. A ansiedade n&atilde;o &eacute; mais do que a reac&ccedil;&atilde;o &agrave; amea&ccedil;a de uma perda, que pode ser simplesmente o medo de alguma coisa que nos possa fazer perder auto-estima, dinheiro, estatuto, ou qualquer outra coisa que prezemos. O que &eacute; ir&oacute;nico &eacute; que para nos defendermos de um problema que receamos podemos acabar por criar outros maiores. ]]></content:encoded></item><item><title>Quanto vale a confian&#xe7;a?</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2007-11-16T20:26:44+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/confianca.php#unique-entry-id-18</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/confianca.php#unique-entry-id-18</guid><content:encoded><![CDATA[A capacidade de auto-organiza&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie humana que tornou poss&iacute;vel a sociedade de bem-estar em que vivemos &eacute; ainda uma maravilha misteriosa que custamos a compreender. Mas sabemos, pelo menos, que a capacidade de coopera&ccedil;&atilde;o entre seres humanos &eacute; um elemento fundamental do processo que produziu esta rede social na qual todos dependemos, de uma forma ou de outra, uns dos outros. Mas esta rede &eacute; fr&aacute;gil e, para que a coopera&ccedil;&atilde;o aconte&ccedil;a, &eacute; preciso confian&ccedil;a entre as partes. &Eacute; isso mesmo que Francis Fukuyama ilustra nos seus livros "Confian&ccedil;a" e &ldquo;A Grande Ruptura&rdquo;, onde demonstra como o decl&iacute;nio da confian&ccedil;a p&otilde;e em causa as bases da riqueza e do conforto de que gozamos hoje. ]]></content:encoded></item><item><title>O &#x2018;jeitinho&#x2019;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2006-10-20T20:24:51+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/jeitinho.php#unique-entry-id-17</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/jeitinho.php#unique-entry-id-17</guid><content:encoded><![CDATA[H&aacute; empresas grandes e burocr&aacute;ticas que conseguem manter-se competitivas em sectores que est&atilde;o em mudan&ccedil;a constante. S&atilde;o empresas como a Nokia que, apesar de serem pesadas e mudarem lentamente, continuam a ter um lugar no p&oacute;dio da competitividade. Como o conseguem? ]]></content:encoded></item><item><title>A gest&#xe3;o como ela &#xe9;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-02-03T20:22:22+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/primeiro.php#unique-entry-id-16</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/primeiro.php#unique-entry-id-16</guid><content:encoded><![CDATA[A gest&atilde;o est&aacute; a tornar-se cada vez mais importante. Toca-nos a todos, quando trabalhamos numa organiza&ccedil;&atilde;o, quando corremos o risco de ser despedidos por causa de misteriosos indicadores financeiros ou quando precisamos das empresas como consumidores dos seus produtos e servi&ccedil;os. Apesar de ser uma actividade t&atilde;o pr&oacute;xima de cada um de n&oacute;s, quando procuramos textos sobre gest&atilde;o de empresas o mais normal &eacute; encontrarmos refer&ecirc;ncias a gestores conhecidos, como Jack Welch ou Bill Gates, ou um jarg&atilde;o feito de siglas e conceitos abstractos que estejam na moda... Porque &eacute; que isto acontece? ]]></content:encoded></item><item><title>Hard Line</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2007-05-18T20:20:48+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/hardline.php#unique-entry-id-15</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/hardline.php#unique-entry-id-15</guid><content:encoded><![CDATA[A concretiza&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio da compra da Chrysler pela Cerberus parece simbolizar o triunfo da vis&atilde;o &ldquo;hard line&rdquo; em Gest&atilde;o. Isto &eacute;, o abandono do p&oacute;s modernismo que atribu&iacute;a misteriosos good will a empresas cujos activos cresciam, as despesas explodiam e as vendas eram pouco mais que aned&oacute;ticas, mas as ac&ccedil;&otilde;es subiam de modo consistente e incompreens&iacute;vel para aqueles que foram formados na escola da an&aacute;lise fundamental e que nunca tinham sido seduzidos pelos head and shoulders dos programas tipo MetaStock. O crash da &ldquo;economia da bolha&rdquo; terminou com esses del&iacute;rios. De volta ao mundo real, a aterragem da Banca, entre outros, foi dolorosa. Hoje, a exig&ecirc;ncia de resultados palp&aacute;veis, i.e. mensur&aacute;veis em dinheiro &eacute; um must. Volt&aacute;mos mesmo &agrave; sabedoria mais &ldquo;ancestral&rdquo; de um marketing em que dos quatro p&ecirc;s, s&oacute; o p&ecirc; do pre&ccedil;o &eacute; que &eacute; m&aacute;gico porque gera cash inflow. Todos os outros representam dinheiro a sair... ]]></content:encoded></item><item><title>Os melhores l&#xed;deres</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-12-29T20:18:40+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/lideres.php#unique-entry-id-14</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/lideres.php#unique-entry-id-14</guid><content:encoded><![CDATA[As nossas escolhas s&atilde;o, quase sempre, mais reveladoras do que poder&iacute;amos imaginar. E n&atilde;o pode haver escolhas mais simb&oacute;licas do que as pol&eacute;micas vota&ccedil;&otilde;es para encontrar o melhor e o pior portugu&ecirc;s de sempre. Enquanto se espera a divulga&ccedil;&atilde;o da lista dos 100 melhores portugueses e dos 10 finalistas para a vota&ccedil;&atilde;o final, podemos surpreender-nos com a vota&ccedil;&atilde;o &lsquo;online&rsquo; para as duas categorias do pior portugu&ecirc;s de sempre e pensar no que estas escolhas revelam sobre um inconsciente que, se n&atilde;o &eacute; colectivo, &eacute; pelo menos partilhado por muita gente. ]]></content:encoded></item><item><title>A ret&#xf3;rica</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2007-02-23T20:16:31+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/retorica.php#unique-entry-id-13</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/retorica.php#unique-entry-id-13</guid><content:encoded><![CDATA[Hoje em dia, somos bafejados pela afortunada apari&ccedil;&atilde;o de produtos que nos oferecem quase tudo o que um cidad&atilde;o da p&oacute;s-modernidade necessita para ser completamente feliz e integrado na sociedade e nos seus grupos. Objectos h&iacute;bridos e min&uacute;sculos que nos permitem telefonar, ver filmes, assistir em directo &agrave; novela das sete, das nove, das dez e, quem sabe, mesmo e inclusive, a das onze, para al&eacute;m, de armazenarem as fotos dos casamentos, baptizados, festas realizadas em todo o hemisf&eacute;rio norte, mais os v&iacute;deos do National Geographic ou de todas as s&eacute;ries de conselhos pr&aacute;ticos do it yourself do Turquemenist&atilde;o, mais a nossa agenda com dezoito n&iacute;veis de alarmes, para nunca esquecermos o dia em que se comemora o anivers&aacute;rio da primeira vez que compr&aacute;mos uma garrafa de azeite no supermercado com aquela que viria a ser a nossa mulher (uma coisa que os homens tem particular tend&ecirc;ncia a n&atilde;o recordarem e que est&aacute; na origem dos div&oacute;rcios), armazenar os &aacute;lbuns de m&uacute;sicas da nossa juventude, ter online os conselhos &uacute;teis para nos relembrarmos do que se espera de n&oacute;s numa entrevista de emprego mesmo com tutorial de ensaio final, liga&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica de hora a hora ao centro de dom&oacute;tica l&aacute; de casa para sabermos da evolu&ccedil;&atilde;o do stock de alho franc&ecirc;s na prateleira da esquerda do frigor&iacute;fico, liga&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua ao GPS localizado no telem&oacute;vel dos nossos filhos e com os mapas de Azeit&atilde;o e Ullapool, marca&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica de consultas de reiki, monitor card&iacute;aco, consulta de saldos do cart&atilde;o de d&eacute;bito, planeamento fiscal... ]]></content:encoded></item><item><title>Qualquer cor &#xe9; boa desde que seja preto</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2007-06-15T19:11:42+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/qualquer.php#unique-entry-id-12</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/qualquer.php#unique-entry-id-12</guid><content:encoded><![CDATA[O assunto &eacute; apaixonante. E, sobre ele, t&ecirc;m opinado desde caixeiros viajantes a cr&iacute;ticos liter&aacute;rios, todos munidos de dados insofism&aacute;veis e assentes nas melhores premissas. H&aacute; professores de direito que afirmam perempt&oacute;rios que o assunto &eacute; grave demais para ser deixado a engenheiros. H&aacute; engenheiros electrot&eacute;cnicos que pugnam pela solu&ccedil;&atilde;o ambiental mais equilibrada. H&aacute; pol&iacute;ticos que ter&ccedil;am argumentos baseados em leis da f&iacute;sica e teorizam sobre desloca&ccedil;&otilde;es de terras e aqu&iacute;feros. H&aacute; economistas preocupados com corredores de aproxima&ccedil;&atilde;o e ventos laterais. ]]></content:encoded></item><item><title>Actos de Deus</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2007-06-01T19:09:46+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/deus.php#unique-entry-id-11</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/deus.php#unique-entry-id-11</guid><content:encoded><![CDATA[Quando estava nos EUA decidi comprar uma televis&atilde;o. Li no manual que &ldquo;a garantia n&atilde;o cobre actos de Deus, como a trovoada e a chuva.&rdquo; Este aviso revela a teoria do clima que tinha o fabricante da minha televis&atilde;o: os fen&oacute;menos meteorol&oacute;gicos s&atilde;o actos divinos. H&aacute; uma explica&ccedil;&atilde;o que, apesar de parecer pateta para o autor deste manual, n&atilde;o &eacute; menos v&aacute;lida: a chuva resulta de processos f&iacute;sicos que ocorrem na atmosfera da Terra. A diferen&ccedil;a entre a minha teoria da chuva e a do fabricante da minha televis&atilde;o tem consequ&ecirc;ncias. Se eu quiser saber que tempo vai estar amanh&atilde; tenho que interpretar os n&iacute;veis de press&atilde;o atmosf&eacute;rica e a velocidade do vento. O fabricante da minha televis&atilde;o t&ecirc;m que ir ao or&aacute;culo. ]]></content:encoded></item><item><title>Medir em vez de mentir</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2006-12-15T19:06:03+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/mentir.php#unique-entry-id-10</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/mentir.php#unique-entry-id-10</guid><content:encoded><![CDATA[A falta de transpar&ecirc;ncia dos indicadores de desempenho de uma empresa tem uma causa fundamental: tamb&eacute;m s&atilde;o usados para a avalia&ccedil;&atilde;o dos colaboradores. Se os gestores utilizam a mesma informa&ccedil;&atilde;o para perceber o que se passa na organiza&ccedil;&atilde;o e para decidir quanto pagar de b&oacute;nus, h&aacute; fortes incentivos para que essa informa&ccedil;&atilde;o seja deturpada. A justifica&ccedil;&atilde;o para manter esta pr&aacute;tica, apesar da desconfian&ccedil;a que cria na rela&ccedil;&atilde;o entre gestores e colaboradores, &eacute; a objectividade. ]]></content:encoded></item><item><title>Equipas? N&#xe3;o&#x2c; obrigado&#x21;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jo&#xe3;o Vieira da Cunha</category><dc:date>2007-11-02T19:04:19+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/equipas.php#unique-entry-id-9</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/equipas.php#unique-entry-id-9</guid><content:encoded><![CDATA[As equipas est&atilde;o na moda. Os livrinhos de gest&atilde;o que se encontram nas tabacarias dos aeroportos n&atilde;o se cansam de elogiar as vantagens de atribuir tarefas a um grupo, em vez de as entregar a um s&oacute; colaborador. Muitos manuais de recursos humanos t&ecirc;m um cap&iacute;tulo inteiro apenas dedicado a este assunto. Mais surpreendente ainda, um estudo recente sobre os c&oacute;digos &eacute;ticos aponta para que 43% das empresas inclua o trabalho em equipa como um princ&iacute;pio orientador. ]]></content:encoded></item><item><title>Chamem a Miss Marple</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2006-06-23T19:02:10+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/missmarple.php#unique-entry-id-8</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/missmarple.php#unique-entry-id-8</guid><content:encoded><![CDATA[Uma not&iacute;cia, sem grandes parangonas, dava conta de uma coisa absolutamente desarmante. Aparentemente, tivemos &ndash; parece que ainda temos &ndash; uma d&uacute;zia de avi&otilde;es de combate encaixotados desde h&aacute; anos. N&atilde;o h&aacute; nada de surpreendente nesta quest&atilde;o. Provavelmente tenho estado distra&iacute;do, mas n&atilde;o dei por um singelo reparo da Oposi&ccedil;&atilde;o. Pelo menos daquela oposi&ccedil;&atilde;o, que nunca foi governo e portanto, nunca ocupou o lugar de &rdquo;guardi&atilde;o&rdquo; dos caixotes... ]]></content:encoded></item><item><title>O Mercado das Ideias de Gest&#xe3;o</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2006-05-12T18:59:52+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/ideias.php#unique-entry-id-7</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/ideias.php#unique-entry-id-7</guid><content:encoded><![CDATA[Poucos mercados estar&atilde;o t&atilde;o fragmentados, contudo, t&atilde;o ocupados como o das ideias luminosas para gerir as empresas. O &ldquo;sector&rdquo; est&aacute; hiper segmentado. N&atilde;o obstante, evidencia uma caracter&iacute;stica saliente e comum. O Marketing. &Eacute; que as ideias (produto) s&atilde;o quase sempre apresentadas como improtel&aacute;veis, inelut&aacute;veis e inexor&aacute;veis, devendo, n&oacute;s, aplic&aacute;-las imediatamente sob pena da empresa ser arrastada para um vergonhoso, e facilmente evit&aacute;vel, insucesso. Bastar&aacute; ler o cap&iacute;tulo introdut&oacute;rio de qualquer livro sobre uma qualquer nova buzzword e l&aacute; estar&aacute;, o aviso e a amea&ccedil;a velada: &ldquo;this is a book about the future that is already here and a book for people who expect to be part of it&rdquo;... Bom, e n&oacute;s, ansiosos por participar neste ou noutro qualquer futuro, precipitamo-nos a ler com avidez. Ao fim ao cabo todos &ldquo;queremos chegar primeiro ao futuro&rdquo;, pese embora o facto de os tipos na Austr&aacute;lia chegarem sempre com umas largas horas de avan&ccedil;o... ]]></content:encoded></item><item><title>Ent&#xe3;o agora que o &#xed;amos promover &#xe9; que se vai embora?</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2007-10-19T18:58:00+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/promover.php#unique-entry-id-6</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/promover.php#unique-entry-id-6</guid><content:encoded><![CDATA[Um dos problemas mais fascinantes da moderna vida organizacional consiste na determina&ccedil;&atilde;o do &ldquo;valor&rdquo; dos recursos humanos. Valor do desempenho, valor potencial do seu desenvolvimento. A forma como procuramos determinar esses valores &eacute;, em si mesma, outra coisa fascinante. Claro que poder&iacute;amos dizer que os rituais de &ldquo;avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho&rdquo; s&atilde;o, apenas, mais uma forma de protec&ccedil;&atilde;o que encontr&aacute;mos para evitar ter conversas normais e vulgares com os que nos rodeiam, por forma a estabelecermos relacionamentos satisfat&oacute;rios, simples, eficazes e produtivos. Mas n&atilde;o. Parecemos preferir evitar completamente enfrentar o &ldquo;outro&rdquo;, mormente em aspectos em que a dissens&atilde;o pode emergir, com todo o cortejo de coisas desagrad&aacute;veis e viscosas, como emo&ccedil;&otilde;es, que da&iacute;, em geral, adv&ecirc;m. ]]></content:encoded></item><item><title>O Paradoxo das Pessoas Perfeitas</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Jos&#xe9; Manuel Fonseca</category><dc:date>2006-04-12T18:56:02+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/paradoxo.php#unique-entry-id-5</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/paradoxo.php#unique-entry-id-5</guid><content:encoded><![CDATA[Actualmente enfrentamos um contexto de incerteza crescente. As rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito est&aacute;veis, aqui h&aacute; umas d&eacute;cadas, parecem ter dado lugar a verdadeiras cadeias de causalidades circulares que tornam o mundo, por vezes, pouco compreens&iacute;vel. Desde os m&uacute;ltiplos factores que &ldquo;explicam&rdquo; a subida dos pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis, &agrave; instabilidade pol&iacute;tica, &agrave; sucess&atilde;o de coisas mais prosaicas como solu&ccedil;&otilde;es para armazenar dados, que perecem em meses. Algu&eacute;m se lembra da tecnologia DAT que era oferecida no mercado com o nome comercial sugestivo de &ldquo;Jazz&rdquo;? &Agrave;s solu&ccedil;&otilde;es de conex&atilde;o de perif&eacute;ricos que mudam de gera&ccedil;&atilde;o em gera&ccedil;&atilde;o de computadores a ritmo que nos deixa as gavetas cheias de cabos, com nomes estranh&iacute;ssimos como &ldquo;Scusi&rdquo;, mas que aparentemente j&aacute; s&oacute; interessam a arque&oacute;logos e antrop&oacute;logos... ]]></content:encoded></item><item><title>A heran&#xe7;a do Sr. Taylor</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2006-03-03T18:51:08+00:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/taylor.php#unique-entry-id-4</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/taylor.php#unique-entry-id-4</guid><content:encoded><![CDATA[O mundo da gest&atilde;o seria muito mais simples se tudo corresse de acordo com o que &eacute; planeado, sem surpresas nem imprevistos. Seria um mundo de regras evidentes e instru&ccedil;&otilde;es claras, perfeitamente &ldquo;cient&iacute;fico&rdquo;, no qual os gestores se poderiam concentrar em pensar, deixando a outros profissionais a execu&ccedil;&atilde;o segura das suas orienta&ccedil;&otilde;es. Um mundo assim poderia realmente existir? ]]></content:encoded></item><item><title>&#x201c;Impec&#xe1;vel&#x2c; s&#xf4;tor&#x21;&#x201d;</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2007-05-04T14:34:16+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/impecavel.php#unique-entry-id-3</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/impecavel.php#unique-entry-id-3</guid><content:encoded><![CDATA[O maior receio de qualquer gestor &eacute; falhar, ser confrontado com o insucesso das suas ideias e inten&ccedil;&otilde;es. &Eacute; para evitar falhar que todos nos esfor&ccedil;amos por fazer mais, motivar com mais efic&aacute;cia, dirigir melhor. Mesmo assim, nada &eacute; mais comum do que falhar. O falhan&ccedil;o faz parte do nosso dia-a-dia, seja sob a forma de neg&oacute;cios que se perdem, empresas que desaparecem, &aacute;reas de neg&oacute;cio que s&atilde;o extintas, gestores que s&atilde;o substitu&iacute;dos ou trabalhadores que s&atilde;o despedidos. Como pode tanta coisa falhar quando tanta gente competente se esfor&ccedil;a por evitar isso? ]]></content:encoded></item><item><title>Cegos vision&#xe1;rios</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2007-06-29T14:31:58+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/cegos.php#unique-entry-id-2</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/cegos.php#unique-entry-id-2</guid><content:encoded><![CDATA[&Eacute; cada vez mais evidente que a tecnologia est&aacute; a mudar a nossa vida em aspectos essenciais da nossa cultura. O acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o &eacute; a &aacute;rea onde essa evolu&ccedil;&atilde;o se faz sentir de forma mais profunda e mais r&aacute;pida. A Internet d&aacute;-nos uma liberdade sem precedentes para encontrarmos ou mesmo para publicarmos qualquer conte&uacute;do sobre qualquer tema. &Eacute; a isso que se passou a chamar 'web 2.0', um nome estranho que expressa apenas a simplicidade com que hoje qualquer pessoa pode publicar as suas ideias, os seus v&iacute;deos ou as suas fotos, dando express&atilde;o &agrave;s suas opini&otilde;es e influenciando redes de pessoas perfeitamente reais. Mas como &eacute; esta nova possibilidade de qualquer um poder comunicar para todo o mundo est&aacute; a alterar o nosso dia-a-dia, a nossa economia e a nossa cultura? ]]></content:encoded></item><item><title>Quando tudo se quer medir</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2007-07-27T14:30:01+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/medirtudo.php#unique-entry-id-1</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/medirtudo.php#unique-entry-id-1</guid><content:encoded><![CDATA[A gest&atilde;o &eacute; muitas vezes confundida com a simples monitoriza&ccedil;&atilde;o de n&uacute;meros. Parece f&aacute;cil de entender como isso acontece. Como t&ecirc;m que apresentar resultados quantitativos, os gestores procuram medir e avaliar, tamb&eacute;m de forma quantitativa, as ac&ccedil;&otilde;es da sua equipa que podem influenciar esses resultados. Como a evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica torna cada vez mais f&aacute;cil fazer essas medi&ccedil;&otilde;es, traduzindo ac&ccedil;&otilde;es em n&uacute;meros, os gestores t&ecirc;m instrumentos cada vez mais sofisticados para gerir. Os sistemas de apoio &agrave; gest&atilde;o oferecem hoje complexos &lsquo;dashboards&rsquo; e &lsquo;scorecards&rsquo; que prometem melhores resultados e decis&otilde;es acertadas. Mas ser&aacute; isso que acontece de facto? ]]></content:encoded></item><item><title>Basta ouvir...</title><dc:creator>rui.grilo@mail.telepac.pt</dc:creator><category>Rui Grilo</category><dc:date>2007-09-21T14:00:15+01:00</dc:date><link>http://ideiasemserie.net/gestao/files/ouvir.php#unique-entry-id-0</link><guid isPermaLink="true">http://ideiasemserie.net/gestao/files/ouvir.php#unique-entry-id-0</guid><content:encoded><![CDATA[H&aacute; pouco tempo, um amigo meu contou-me como tinha desperdi&ccedil;ado quase um dia de trabalho a fazer uma coisa que sabia ser in&uacute;til por n&atilde;o ter conseguido que o chefe dele o ouvisse. &ldquo;Quando ele acaba a conversa j&aacute; n&atilde;o h&aacute; mais argumentos&rdquo;... Esse epis&oacute;dio, pouco importante em si, fez-me pensar no tempo e no dinheiro que &eacute; desperdi&ccedil;ado todos os dias em organiza&ccedil;&otilde;es devido &agrave; m&aacute; gest&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es associadas ao poder. N&atilde;o se trata sequer de fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o moral ou &eacute;tica dos ataques de f&uacute;ria de tantos &ldquo;chefes&rdquo; espalhados pelo mundo, trata-se de perceber a origem e o impacto da sua agressividade mal contida no trabalho das pessoas que os rodeiam. ]]></content:encoded></item></channel>
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