discutir a gestão

coluna de opinião no Diário Económico

João Vieira da Cunha

Elogio da pobreza

Uma pesquisa na Internet mostra que a palavra “empreendorismo” aparece muitas vezes associada à palavra “apoios”. No ‘site' empreendorismo.pt aparecem 25 programas, iniciativas e financiamentos para aqueles que pretendem criar a sua empresa. Estes apoios são um desperdício. Se o objectivo é ajudar as pessoas a criar o seu próprio emprego não é preciso ir além do micro-crédito. Se o objectivo é potenciar a inovação, os apoios são desnecessários. Ler o artigo completo...
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Não vendemos tabaco!

No fim do percurso entre minha casa e a Nova há uma papelaria. Há uma semana atrás, vi que o proprietário tinha afixado um aviso na entrada que dizia ‘não vendemos tabaco’. A explicação era simples, o senhor não tinha paciência para esclarecer os clientes que lhe entravam todos os dias na loja para comprar cigarros - um produto que não queria vender porque via o seu negócio apenas como uma papelaria. Este caso mostra qual é realmente o problema da competitividade de pequenas empresas como esta e de grandes empresas como a General Motors: todas elas dependem de uma grande tolerância no mercado para sobreviverem, mas os seus clientes oferecem-lhes cada vez menos margem de manobra. Ler o artigo completo...
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O preço do sucesso

Ser gestor é como ser adulto: é um estado que parece só ter benefícios até o atingir. Depois de lá chegar, são mais cardos do que rosas. Os primeiros anos são sempre os mais difíceis. Depois de passar de empregado a chefe, o jovem aspirante a neófito de aprendiz de gestor está ainda suficientemente perto de quem trabalha para saber que muitas dos objectivos e regras impostos por quem lidera são irreais e até perigosos. No entanto têm que os apresentar aos seus colaboradores como se fossem o resultado de um conhecimento profundo da empresa e do mercado e não da aplicação irreflectida de opiniões, palpites e, pior ainda, dos prodigiosos ensinamentos dos gurus da gestão. Os supervisores dos call centers de atendimento ao cliente, por exemplo, têm que explicar aos operadores que faz todo o sentido medir o seu desempenho com base na velocidade com que desligam o telefone ao cliente. Ler o artigo completo...
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Os efeitos económicos do krypton

Para os economistas as pessoas são racionais: o seu comportamento é determinado pelos incentivos de que pode beneficiar. Infelizmente para a maioria das empresas, é difícil encontrar homens (ou mulheres) racionais. Esta carência é espantosa tendo em conta que a popularidade dos cursos de gestão tem feito com que a uma fatia apreciável da população activa seja licenciada (ou quase) nesta área. Até parece que um dos gases raros que compõem a atmosfera contamina a mente humana apagando este princípio de comportamento que, de acordo com os economistas, todos deveríamos seguir. Eu pessoalmente voto no krypton. Eu sei que é só 0.00033% do ar que respiramos, mas se a Kryptonite faz mal ao Super Homem, um gás com nome parecido deve ter o mesmo efeito no Homem Racional. A minha teoria é que as paredes das faculdades de economia são revestidas por um material que protege quem lá estuda. Logo que se abandona o seu efeito protector, adeus racionalidade económica. Claro que há uma explicação alternativa: os pressupostos da economia são uma ficção que nada tem a ver com a realidade — mas esta hipótese é obviamente absurda. Ler o artigo completo...
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Blogs e Twitter

Há hoje uma variedade enorme de meios de comunicação ‘online'. Os ‘blogs' e mais recentemente o Twitter tornam a relação entre as empresas e o exterior mais directa. É por isso mesmo que os gestores têm que evitar a todo o custo que os seus colaboradores utilizem estas tecnologias e castigar severamente os que já o façam. Senão correm o perigo de tornar o que se passa no seu escritório do conhecimento público e, terror dos terrores, diminuir o profundo défice democrático que existe nestes locais. Ler o artigo completo...
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A verdadeira guerra pelo talento

Há muitos anos, antes de existirem gurus da Gestão, apareceu um livro chamado o Princípio de Peter. Nesse livro, demonstrava que as pessoas tendem a ser promovidas para o seu posto de incompetência. O argumento é simples: quando uma pessoa desempenha as suas funções com sucesso é provável que seja promovida para o degrau hierárquico seguinte. Só quando deixar de ter bons resultados (encontrando-se assim no seu nível de incompetência) é que deixará de ser promovida. Para os autores do livro, a consequência mais importante deste processo é que os lugares de chefia estão, na sua maioria, ocupados por pessoas sem capacidade para os exercer. Para mim há um resultado ainda mais preocupante: as pessoas competentes passam muito pouco tempo na linha da frente das empresas, em que estas contactam com o mercado. Depois de dois ou três degraus na escada em direcção ao topo, os gestores perdem a capacidade de fazer estragos. Quem pode comprometer o sucesso comercial da empresa são as pessoas que interagem todos os dias com os clientes. Ler o artigo completo...
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Natal com os copos

Este é o mês dos jantares de Natal das empresas. Nestas alegres festas de harmonia e confraternização, os gestores mais eficazes trocam os incentivos, a visão e o ‘coaching’ pelo vodka, pelo whisky e pela cerveja na sua caixa de ferramentas de liderança de equipas. Estas e outras bebidas alcoólicas podem resolver os conflitos internos, solidificam o laços entre os seus membros e asseguram os níveis de energia necessários para ultrapassar novos desafios. Ler o artigo completo...
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O fim dos crimes de colarinho branco

A melhor solução para os problemas éticos que têm assolado a economia global e os mercados financeiros que a sustentam é ensinar os lideres a esconder melhor as suas pequenas traquinices.

A verdade é que as empresas e a sua cotação na bolsa não sofrem com as malandrices cometidas por quem as comanda. Em muitos casos até beneficiam das travessuras feitas para proveito próprio ou em nome do sucesso, em mercados cada vez mais competitivos. O que de facto destrói valor e prejudica o bom funcionamento das instituições do capitalismo é a teimosia dos jornalistas e dos investigadores que têm trazido estes casos a público. Ler o artigo completo...
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Caracas Fútbol Club

Todo o aspirante a líder devia ser sócio do Caracas Fútbol Club. Há poucos anos atrás, uma das revistas nacionais de gestão publicou um artigo sobre os gestores de topo das maiores empresas a operar em Portugal. No fim havia um quadro resumo em que, entre outras coisas, os entrevistados revelam as suas leituras habituais. Havia muitos adeptos da Harvard Business Review, mas o lider da subidiária de uma multinacional de sistemas de informação confessou que lia a Bola. Outro dia, um antigo colega que é vendedor de produtos de grande consumo contou-me que o chefe o incentivou a “perceber de futebol” se queria melhorar a sua relação com os clientes e com as pessoas que podiam de facto fazer algo pela sua ascenção profissional. Ler o artigo completo...
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Ética e estratégia

A ética está na moda. Casos como a Enron, o Barings e mais recentemente a Société Générale trouxeram este tema para o topo das preocupações dos accionistas. E com razão.

As empresas que, como estas, viram as suas “pequenas malandrices” nas primeiras páginas dos jornais sofrerarm fortes quedas na sua cotação bolsista. Os “fundos éticos”, que incluem critérios de sustentabilidade na escolha do seu ‘portfolio’, não são motivados por uma missão moralizadora dos mercados financeiros – querem é assegurar-se que não têm uma destas bombas-relógio em carteira. Ler o artigo completo...
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O monarca

Poucos acreditam que as empresas são meritocracias ou democracias. Mas se não são nem uma coisa nem outra, então o que são?
São monarquias.
Neste regime a chefia é ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros não só pela côr do seu sangue como também pela forma ritual e simbólica com que os seus membros se relacionam com os outros. Ler o artigo completo...
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Terror ao pequeno almoço

O director da unidade de vendas onde fiz a minha investigação de doutoramento tomava o pequeno-almoço com os chefes das suas oito equipas de vendas todas as quartas-feiras de manhã. O terror que cada um deles transpirava quando se sentava à frente de dois croissants, um pacotinho de manteiga e uma chávena de café era contagiante. Na primeira vez que fui a uma destas reuniões, vi que as mãos de vários deles tremiam – parecia que a delicada faca de cortar croissants era um martelo penumático ligado à corrente. A energia que a alimentava vinha de dentro, do medo do interrogatório que estava para vir. Ler o artigo completo...
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Alternativas ao Homo Economicus

Há um conjunto de trabalhadores em cada empresa que correspondem às expectativas dos economistas. São os homo economicus ou busca-bónus: indivíduos que ajustam o seu comportamento de forma a maximizar o bónus que resulta do atingimento dos objectivos que lhes são propostos. A carreira não é a sua preocupação principal e muitos recusam promoções porque sabem que a sua competência para atingir resultados através do seu próprio esforço pode não se reflectir nas capacidade de os atingir através dos outros. A sua progressão segue uma lógica meramente material. Preocupam-se não com o seu desenvolvimento ou com o nível de desafio das suas tarefas mas sim com as mudanças no valor do seu bónus e no esforço necessário para o atingir. Esta orientação para os resultados pode levar a práticas abusivas de vendas, pequenas e grandes fraudes e outros comportamentos não éticos. Pior – a sua motivação para cumprir objectivos não transborda para as outras áreas da sua relação com a organização. Não partilham conhecimento, não estão interessados aprender com os outros nem contribuem de forma formal ou informal para a sustentabilidade estratégica da empresa. Estão lá apenas para cumprir o que lhes é pedido e ganhar os prémios daí resultantes. Ler o artigo completo...
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Fobias e estratégia

Há momentos na história dos mercados em que os gestores são vítimas de fobias histéricas. Estes episódios tornam oportunidades de reforçar a posição competitiva da empresa em ameaças à sua sobrevivência.

O terror que assola os líderes da indústria de conteúdos é talvez o exemplo mais trágico deste fenómeno na história económica recente. Os directores das editoras de livros, das empresas discográficas e dos estúdios de cinema têm pesadelos recorrentes com a Internet. Para eles o espaço virtual é como que uma grande ‘feira da ladra dos pequeninos’ onde crianças e jovens se entretêm a roubar fatias cada vez maiores da apetitosa facturação de cada uma destas indústrias. Ler o artigo completo...
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Elogio à cegueira

Há poucas modas de gestão mais perigosas do que a visão. Uma empresa que tenha uma daquelas que é mesmo para usar no dia a dia, e não apenas para estar pendurada na parede para satisfazer clientes e fazer as delícias dos académicos, é uma empresa condenada a problemas estratégicos e éticos. Ler o artigo completo...
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Equipas? Não, obrigado!

As equipas estão na moda. Os livrinhos de gestão que se encontram nas tabacarias dos aeroportos não se cansam de elogiar as vantagens de atribuir tarefas a um grupo, em vez de as entregar a um só colaborador. Muitos manuais de recursos humanos têm um capítulo inteiro apenas dedicado a este assunto. Mais surpreendente ainda, um estudo recente sobre os códigos éticos aponta para que 43% das empresas inclua o trabalho em equipa como um princípio orientador. Ler o artigo completo...
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O trabalho invisível dos vendedores

Há políticas de remuneração que são erros óbvios. Por exemplo, como seria avaliado o líder de uma empresa de estudos de mercado que premiasse os seus colaboradores com base nos resultados dos inquéritos aos consumidores? Certamente de forma muito negativa. É pouco inteligente pagar a uma equipa que está a descobrir qual é o sabonete preferido dos Portugueses pelo número de pessoas que respondem Sabonete Silva. É fácil prever o resultado desta avaliação do sector da higiene pessoal: o Sabonete Silva seria a escolha da esmagadora maioria dos inquiridos. Ler o artigo completo...
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Empresas e Coelhinhos

Um dos primeiros livros de gestão que li foi o 'Liberation Management' do Tom Peters. Uma parte do livro deixou-me perturbado – um capítulo inteiro que defendia que os gestores são irrelevantes. O autor citava vários estudos que provavam que a estratégia de qualquer empresa era definida no momento da sua criação e que qualquer esforço para a mudar significativamente mais tarde era infrutífero. Os outros livros que li pareciam ignorar esta investigação, mas isso não foi suficiente para me fazer esquecer o assunto. Ler o artigo completo...
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Actos de Deus

Quando estava nos EUA decidi comprar uma televisão. Li no manual que “a garantia não cobre actos de Deus, como a trovoada e a chuva.” Este aviso revela a teoria do clima que tinha o fabricante da minha televisão: os fenómenos meteorológicos são actos divinos. Há uma explicação que, apesar de parecer pateta para o autor deste manual, não é menos válida: a chuva resulta de processos físicos que ocorrem na atmosfera da Terra. A diferença entre a minha teoria da chuva e a do fabricante da minha televisão tem consequências. Se eu quiser saber que tempo vai estar amanhã tenho que interpretar os níveis de pressão atmosférica e a velocidade do vento. O fabricante da minha televisão têm que ir ao oráculo. Ler o artigo completo...
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O Português na redoma de vidro

A cultura portuguesa é apontada como uma das razões para a falta de competitividade do nosso país. Se assim for, a melhor estratégia para melhorar a nossa economia é enviar cidadãos nacionais para os países que concorrem directamente com o nosso e importar profissionais de locais com uma cultura mais eficaz. Se os valores e hábitos que nos caracterizam enquanto portugueses, em certas condições pode dar resposta a qualquer desafio competitivo, então estamos perante a necessidade de ajustar processos de gestão e liderança. Ler o artigo completo...
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Chá, suor e lágrimas

Trabalhar é apenas uma das muitas coisas que as pessoas fazem nas empresas. Também tomam chá e café, navegam na internet e desabafam as suas pequenas tragédias. Às vezes também choram. Os gestores têm tentado aumentar a produtividade minimizando o tempo desperdiçado com essas distracções. Mas será que estas actividades têm um impacto negativo no desempenho? Ler o artigo completo...
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Os líderes a prazo e o bacalhau

Muitas empresas, como a SONAE ou a GE têm relações estáveis com os seus gestores de topo. No entanto há outras, como a Galp e a HP, em que estes líderes vêm com prazo de validade. Quando chegam, já têm uma data de partida anunciada. A sua carreira depende da capacidade de terem um impacto significativo e muito visível durante a sua estadia. Há que provar que a mudança é para melhor e por isso rapidamente aparecem várias iniciativas para responder aos novos desafios de mercado. Mas muitas vezes estes novos projectos demoram a ser implementados e quando finalmente chegam ao fim, os resultados ficam muito aquém das expectativas. Ler o artigo completo...
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Medir em vez de mentir

A falta de transparência dos indicadores de desempenho de uma empresa tem uma causa fundamental: também são usados para a avaliação dos colaboradores. Se os gestores utilizam a mesma informação para perceber o que se passa na organização e para decidir quanto pagar de bónus, há fortes incentivos para que essa informação seja deturpada. A justificação para manter esta prática, apesar da desconfiança que cria na relação entre gestores e colaboradores, é a objectividade. Ler o artigo completo...
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O ‘jeitinho’

Há empresas grandes e burocráticas que conseguem manter-se competitivas em sectores que estão em mudança constante. São empresas como a Nokia que, apesar de serem pesadas e mudarem lentamente, continuam a ter um lugar no pódio da competitividade. Como o conseguem? Ler o artigo completo...
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Negociação não, persuasão

A negociação é vista como uma competência central dos gestores. No entanto, nas organizações, a persuasão é tão ou mais importante do que a negociação. Por duas razões: Primeiro, os processos formais de persuasão são cada vez mais frequentes nas empresas. Segundo, o sucesso numa negociação depende muitas vezes de um processo informal de persuasão. Ler o artigo completo...
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O Sistema Sombra

A sua empresa tem um sistema de informação sombra. Porque é que este sistema existe e que desafios coloca aos seus gestores? Olhe bem à sua volta. O sistema de informação formal é fácil de descobrir: um computador em cada secretária com um ’software’ de gestão escolhido e implementado pela empresa. O sistema sombra também está à vista: um caderno, uma pilha de papéis e um conjunto de ‘post-its’ ironicamente colocados no ecrã do computador. Ler o artigo completo...
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Montra e janela

Hoje quero provocar os leitores com o seguinte argumento: os sistemas de informação (SIs) não são uma janela, são uma montra. Esta provocação não é um exercício de imaginação académica, é o resultado de 15 meses de investigação numa multinacional que é apresentada como um exemplo de sucesso na implementação de SIs estratégicos. Ler o artigo completo...
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