emoções
Não diga, faça!
22/02/2008 19:21 Autor: Rui Grilo
A linha que separa o discurso empresarial
politicamente correcto da mais pura hipocrisia é por
vezes muito ténue. Nenhum líder de uma organização
assume que não quer colaboradores com mais do que uma
determinada idade a trabalhar consigo, mas é fácil
coleccionar nomes de organizações nas quais quem tem
50, 45 ou até pouco mais de 40 anos é "delicadamente"
considerado velho demais e conduzido até à porta das
mais variadas formas... E assim se desperdiça capital
humano de grande valor. Nenhum gestor é apanhado em
público a protestar pela duração da licença de
maternidade das suas colaboradoras que são mães, mas
todos conhecemos casos de mulheres cuja carreira foi
afectada pela maternidade. Numa altura em que a baixa
natalidade é um problema nacional e europeu, o
problema das penalizações encobertas da maternidade é
tão grande, atingindo operárias, técnicas e mesmo
gestoras, que até já motivou iniciativas no nosso
parlamento. Read
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Fobias e estratégia
08/02/2008 19:52 Autor: João Vieira
da Cunha
Há momentos na história dos mercados em que os
gestores são vítimas de fobias histéricas. Estes
episódios tornam oportunidades de reforçar a posição
competitiva da empresa em ameaças à sua
sobrevivência.
O terror que assola os líderes da indústria de conteúdos é talvez o exemplo mais trágico deste fenómeno na história económica recente. Os directores das editoras de livros, das empresas discográficas e dos estúdios de cinema têm pesadelos recorrentes com a Internet. Para eles o espaço virtual é como que uma grande ‘feira da ladra dos pequeninos’ onde crianças e jovens se entretêm a roubar fatias cada vez maiores da apetitosa facturação de cada uma destas indústrias. Read More...
O terror que assola os líderes da indústria de conteúdos é talvez o exemplo mais trágico deste fenómeno na história económica recente. Os directores das editoras de livros, das empresas discográficas e dos estúdios de cinema têm pesadelos recorrentes com a Internet. Para eles o espaço virtual é como que uma grande ‘feira da ladra dos pequeninos’ onde crianças e jovens se entretêm a roubar fatias cada vez maiores da apetitosa facturação de cada uma destas indústrias. Read More...
Quanto vale a confiança?
16/11/2007 20:26 Autor: Rui Grilo
A capacidade de auto-organização da espécie humana
que tornou possível a sociedade de bem-estar em que
vivemos é ainda uma maravilha misteriosa que custamos
a compreender. Mas sabemos, pelo menos, que a
capacidade de cooperação entre seres humanos é um
elemento fundamental do processo que produziu esta
rede social na qual todos dependemos, de uma forma ou
de outra, uns dos outros. Mas esta rede é frágil e,
para que a cooperação aconteça, é preciso confiança
entre as partes. É isso mesmo que Francis Fukuyama
ilustra nos seus livros "Confiança" e “A Grande
Ruptura”, onde demonstra como o declínio da confiança
põe em causa as bases da riqueza e do conforto de que
gozamos hoje. Read
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Basta ouvir...
21/09/2007 14:00 Autor: Rui Grilo
Há pouco tempo, um amigo meu contou-me como tinha
desperdiçado quase um dia de trabalho a fazer uma
coisa que sabia ser inútil por não ter conseguido que
o chefe dele o ouvisse. “Quando ele acaba a conversa
já não há mais argumentos”... Esse episódio, pouco
importante em si, fez-me pensar no tempo e no
dinheiro que é desperdiçado todos os dias em
organizações devido à má gestão das emoções
associadas ao poder. Não se trata sequer de fazer uma
avaliação moral ou ética dos ataques de fúria de
tantos “chefes” espalhados pelo mundo, trata-se de
perceber a origem e o impacto da sua agressividade
mal contida no trabalho das pessoas que os rodeiam.
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Chá, suor e lágrimas
09/03/2007 21:24 Autor: João Vieira
da Cunha
Trabalhar é apenas uma das muitas coisas que as
pessoas fazem nas empresas. Também tomam chá e café,
navegam na internet e desabafam as suas pequenas
tragédias. Às vezes também choram. Os gestores têm
tentado aumentar a produtividade minimizando o tempo
desperdiçado com essas distracções. Mas será que
estas actividades têm um impacto negativo no
desempenho? Read
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O paradoxo dos “colaboradores ideais”
26/05/2006 21:01 Autor: Rui Grilo
A propósito de um dos últimos artigos deste painel,
uma leitora enviou-me o endereço de um dos seus blogs
preferidos. Segundo ela, estava muito perto da forma
como se discutia nesse artigo a liderança das nossas
empresas. Fiquei curioso e segui imediatamente o
link… Foi assim que descobri o Creating Passionate
Users, um excelente blog escrito a oito mãos em
http://headrush.typepad.com/.
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O Mercado das Ideias de Gestão
12/05/2006 18:59 Autor: José Manuel
Fonseca
Poucos mercados estarão tão fragmentados, contudo,
tão ocupados como o das ideias luminosas para gerir
as empresas. O “sector” está hiper segmentado. Não
obstante, evidencia uma característica saliente e
comum. O Marketing. É que as ideias (produto) são
quase sempre apresentadas como improteláveis,
inelutáveis e inexoráveis, devendo, nós, aplicá-las
imediatamente sob pena da empresa ser arrastada para
um vergonhoso, e facilmente evitável, insucesso.
Bastará ler o capítulo introdutório de qualquer livro
sobre uma qualquer nova buzzword e lá estará, o aviso
e a ameaça velada: “this is a book about the future
that is already here and a book for people who expect
to be part of it”... Bom, e nós, ansiosos por
participar neste ou noutro qualquer futuro,
precipitamo-nos a ler com avidez. Ao fim ao cabo
todos “queremos chegar primeiro ao futuro”, pese
embora o facto de os tipos na Austrália chegarem
sempre com umas largas horas de avanço...
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De que liderança precisamos?
28/04/2006 20:34 Autor: Rui Grilo
A liderança é um aspecto essencial da gestão. Ninguém
lidera uma organização sem gerir e é quase impossível
gerir sem alguma forma de liderança. Mas liderar é
geralmente associado a figuras com uma aura quase
mística, gestores carismáticos ou visionários de
sucesso. Mas será essa a liderança que faz falta nas
nossas empresas?
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A gestão como ela é
03/02/2006 20:22 Autor: Rui Grilo
A gestão está a tornar-se cada vez mais importante.
Toca-nos a todos, quando trabalhamos numa
organização, quando corremos o risco de ser
despedidos por causa de misteriosos indicadores
financeiros ou quando precisamos das empresas como
consumidores dos seus produtos e serviços. Apesar de
ser uma actividade tão próxima de cada um de nós,
quando procuramos textos sobre gestão de empresas o
mais normal é encontrarmos referências a gestores
conhecidos, como Jack Welch ou Bill Gates, ou um
jargão feito de siglas e conceitos abstractos que
estejam na moda... Porque é que isto acontece?
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