estratégia
Estratégia Instantânea (III)
17/03/2008 19:11 Autor: José Manuel
Fonseca
Aqui há umas semanas sugeri que uma boa parte das
estratégias clássicas estão em vias de extinção. Por
exemplo, a dicotomia introduzida pelo Porter, a
escolha entre o produzir barato e em massa ou
produzir diferente e desnatar o mercado, foi,
aparentemente, ultrapassada pelo produzir diferença
para o mercado de massas, como se pode constatar nos
casos da Zara e da Decathelom. Depois, brincado um
pouco com a extraordinária e prolixa pós modernidade
na teoria da gestão, sugeri que a sabedoria contida
em os “três porquinhos gestores" e no "síndrome do
macho alfa”, entre outros, poderia não bastar para
substituir o modelo de crescimento do Igor Ansoff,
que ainda me parece muito útil e talvez o melhor
modelo de raciocínio estratégico. Mas, voltemos então
à questão inicial: A estratégia tornou-se como os
tempos, instantânea. Mas quais serão os novos
vectores de posicionamento? Read
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Fobias e estratégia
08/02/2008 19:52 Autor: João Vieira
da Cunha
Há momentos na história dos mercados em que os
gestores são vítimas de fobias histéricas. Estes
episódios tornam oportunidades de reforçar a posição
competitiva da empresa em ameaças à sua
sobrevivência.
O terror que assola os líderes da indústria de conteúdos é talvez o exemplo mais trágico deste fenómeno na história económica recente. Os directores das editoras de livros, das empresas discográficas e dos estúdios de cinema têm pesadelos recorrentes com a Internet. Para eles o espaço virtual é como que uma grande ‘feira da ladra dos pequeninos’ onde crianças e jovens se entretêm a roubar fatias cada vez maiores da apetitosa facturação de cada uma destas indústrias. Read More...
O terror que assola os líderes da indústria de conteúdos é talvez o exemplo mais trágico deste fenómeno na história económica recente. Os directores das editoras de livros, das empresas discográficas e dos estúdios de cinema têm pesadelos recorrentes com a Internet. Para eles o espaço virtual é como que uma grande ‘feira da ladra dos pequeninos’ onde crianças e jovens se entretêm a roubar fatias cada vez maiores da apetitosa facturação de cada uma destas indústrias. Read More...
Estratégia Instantânea (II)
25/01/2008 17:40 Autor: José Manuel
Fonseca
A estratégia tornou-se como os tempos. Instantânea.
Mas quais serão os novos vectores de posicionamento?
Na última vez que escrevi para o Diário Económico
fiquei por aqui. Com esta pergunta.
Os tempos parecem ter desvalorizado a análise financeira, a análise dos mercados, a gestão de operações e uma razoável regra de cumprir as expectativas geradas às pessoas que connosco compartilham os destinos e desafios das organizações. Read More...
Os tempos parecem ter desvalorizado a análise financeira, a análise dos mercados, a gestão de operações e uma razoável regra de cumprir as expectativas geradas às pessoas que connosco compartilham os destinos e desafios das organizações. Read More...
Elogio à cegueira
28/12/2007 19:39 Autor: João Vieira
da Cunha
Há poucas modas de gestão mais perigosas do que a
visão. Uma empresa que tenha uma daquelas que é mesmo
para usar no dia a dia, e não apenas para estar
pendurada na parede para satisfazer clientes e fazer
as delícias dos académicos, é uma empresa condenada a
problemas estratégicos e éticos. Read
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Estratégia Instantânea (I)
14/12/2007 20:57 Autor: José Manuel
Fonseca
Cada época conheceu um problema estratégico
dominante. Na década de sessenta, na senda dos tempos
do baby boom, o autor Igor Ansoff foi o que melhor
percebeu que a questão dominante era o crescimento. O
problema marcante era como aproveitar as
oportunidades de negocio. Ansoff propôs uma matriz
notável para a abordagem das trajectórias lógicas de
desenvolvimento “orgânico”. Partia do primeiro passo,
“vender mais do mesmo aos mesmos”, seguido de
“encontrar novos clientes para os mesmos produtos”,
completava com “mais produtos para si que já confiava
em nós” e finalizava com a aplicação do cash inflow
realizado nas opções anteriores em novos negócios. A
apologia da diversificação talvez tenha ido longe
demais, até aos conglomerados de negócios de “tudo em
todo o lado”, que fizeram a ITT descobrir que gestão
não é apenas racionalidade mais um sistema de
reporting. Read
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Empresas e Coelhinhos
13/07/2007 21:35 Autor: João Vieira
da Cunha
Um dos primeiros livros de gestão que li foi o
'Liberation Management' do Tom Peters. Uma parte do
livro deixou-me perturbado – um capítulo inteiro que
defendia que os gestores são irrelevantes. O autor
citava vários estudos que provavam que a estratégia
de qualquer empresa era definida no momento da sua
criação e que qualquer esforço para a mudar
significativamente mais tarde era infrutífero. Os
outros livros que li pareciam ignorar esta
investigação, mas isso não foi suficiente para me
fazer esquecer o assunto. Read
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Montra e janela
09/06/2006 20:36 Autor: João Vieira
da Cunha
Hoje quero provocar os leitores com o seguinte
argumento: os sistemas de informação (SIs) não são
uma janela, são uma montra. Esta provocação não é um
exercício de imaginação académica, é o resultado de
15 meses de investigação numa multinacional que é
apresentada como um exemplo de sucesso na
implementação de SIs estratégicos. Read
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Em que tabuleiro quer jogar?
17/03/2006 20:44 Autor: José Manuel
Fonseca
A inovação é apresentada, ultimamente com carácter
obsessivo, como solução para os problemas
empresariais, sectoriais e do país. E, talvez até
pela simpatia do Primeiro Ministro pela Finlândia,
facilmente se torna sinónimo de alta tecnologia, de
avanços na física, de produtos complexíssimos de
engenharia, de curas com base em extraordinários
avanços na genética. Constitui, aparentemente a porta
única para uma economia baseada no conhecimento e na
tecnologia, porta que nos deveremos apressar a
franquear sob pena que se feche para todo o sempre...
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