globalização
Estratégia Instantânea (I)
14/12/2007 20:57 Autor: José Manuel
Fonseca
Cada época conheceu um problema estratégico
dominante. Na década de sessenta, na senda dos tempos
do baby boom, o autor Igor Ansoff foi o que melhor
percebeu que a questão dominante era o crescimento. O
problema marcante era como aproveitar as
oportunidades de negocio. Ansoff propôs uma matriz
notável para a abordagem das trajectórias lógicas de
desenvolvimento “orgânico”. Partia do primeiro passo,
“vender mais do mesmo aos mesmos”, seguido de
“encontrar novos clientes para os mesmos produtos”,
completava com “mais produtos para si que já confiava
em nós” e finalizava com a aplicação do cash inflow
realizado nas opções anteriores em novos negócios. A
apologia da diversificação talvez tenha ido longe
demais, até aos conglomerados de negócios de “tudo em
todo o lado”, que fizeram a ITT descobrir que gestão
não é apenas racionalidade mais um sistema de
reporting. Read
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O choque tecnológico
09/02/2007 20:55 Autor: Rui Grilo
No último ano e meio foram publicados dois livros que
deixaram marcas profundas porque identificaram novas
formas como a tecnologia está a mudar os hábitos de
um número cada vez maior de pessoas. Estou da falar
de ‘The Search’, de John Battelle, publicado entre
nós pela Casa das Letras, e de The Long Tail’, a obra
do editor da Wired, Chris Anderson, ainda sem edição
portuguesa que eu conheça. Nenhum desses livros se
deixa condensar numa frase nem num parágrafo, mas
exploram duas faces do mesmo fenómeno: a forma como
chegamos à informação que queremos está a mudar.
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O paradoxo da inovação
17/02/2006 20:53 Autor: José Manuel
Fonseca
As empresas criam novidades, sob a forma de produtos
melhores, mais fiáveis, mais atractivos, mais úteis e
de modo crescente híbridos de várias tecnologias.
Como consumidores, ficámos “viciados” nesta espiral
de novidade. Exigimos cada vez mais e mais das
empresas. De facto, já assimilámos palavras como
segunda geração, ‘restyling’, ‘upgrade’,
‘improvment’, como semânticas correntes quando nos
referimos a produtos cuja complexidade não
percebemos, mas que tratamos “por tu” e como objectos
triviais. A maior parte de nós acha perfeitamente
possível que o telemóvel amanhã seja receptor de
televisão, e, porque não, que os óculos de sol sirvam
de telemóvel, ou que as torneiras de alguns
restaurantes deveriam ter ‘ABS’ para evitar alguns
mal entendidos. Read
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