liderança
O monarca
14/07/2008 19:26 Autor: João Vieira
da Cunha
Poucos acreditam que as empresas são meritocracias
ou democracias. Mas se não são nem uma coisa nem
outra, então o que são?
São monarquias.
Neste regime a chefia é ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros não só pela côr do seu sangue como também pela forma ritual e simbólica com que os seus membros se relacionam com os outros. Ler o artigo completo...
São monarquias.
Neste regime a chefia é ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros não só pela côr do seu sangue como também pela forma ritual e simbólica com que os seus membros se relacionam com os outros. Ler o artigo completo...
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As crises de liderança
02/05/2008 19:36 Autor: Rui Grilo
As instituições e as grandes empresas costumavam
ser um lugar seguro face às ameaças da incerteza,
uma garantia de continuidade num mundo volátil. A
liderança dessas organizações tinha normalmente
ciclos longos, de vários anos ou mesmo décadas, um
resultado da estabilidade dos equilíbrios de poder
internos. A cara de uma pessoa tornava-se
indissociável do papel que desempenhava à frente de
um banco, um partido, uma central sindical ou uma
associação empresarial. As lealdades eram o
resultado firme de um relacionamento sem fim à
vista, por isso as deslealdades pagavam-se caro. As
rupturas e os encontros tinham o dramatismo de algo
definitivo, sem retorno. Os grupos informais dentro
das organizações tinham tempo para se organizar,
baseados na confiança entre pessoas que fazem a
mesma opção de vida. Por isso, mesmo que tudo
mudasse, algo permanecia. Ler o artigo
completo...
Não diga, faça!
22/02/2008 19:21 Autor: Rui Grilo
A linha que separa o discurso empresarial
politicamente correcto da mais pura hipocrisia é
por vezes muito ténue. Nenhum líder de uma
organização assume que não quer colaboradores com
mais do que uma determinada idade a trabalhar
consigo, mas é fácil coleccionar nomes de
organizações nas quais quem tem 50, 45 ou até pouco
mais de 40 anos é "delicadamente" considerado velho
demais e conduzido até à porta das mais variadas
formas... E assim se desperdiça capital humano de
grande valor. Nenhum gestor é apanhado em público a
protestar pela duração da licença de maternidade
das suas colaboradoras que são mães, mas todos
conhecemos casos de mulheres cuja carreira foi
afectada pela maternidade. Numa altura em que a
baixa natalidade é um problema nacional e europeu,
o problema das penalizações encobertas da
maternidade é tão grande, atingindo operárias,
técnicas e mesmo gestoras, que até já motivou
iniciativas no nosso parlamento. Ler o
artigo completo...
Equipas? Não, obrigado!
02/11/2007 19:04 Autor: João Vieira
da Cunha
As equipas estão na moda. Os livrinhos de gestão
que se encontram nas tabacarias dos aeroportos não
se cansam de elogiar as vantagens de atribuir
tarefas a um grupo, em vez de as entregar a um só
colaborador. Muitos manuais de recursos humanos têm
um capítulo inteiro apenas dedicado a este assunto.
Mais surpreendente ainda, um estudo recente sobre
os códigos éticos aponta para que 43% das empresas
inclua o trabalho em equipa como um princípio
orientador. Ler o artigo completo...
Basta ouvir...
21/09/2007 14:00 Autor: Rui Grilo
Há pouco tempo, um amigo meu contou-me como tinha
desperdiçado quase um dia de trabalho a fazer uma
coisa que sabia ser inútil por não ter conseguido
que o chefe dele o ouvisse. “Quando ele acaba a
conversa já não há mais argumentos”... Esse
episódio, pouco importante em si, fez-me pensar no
tempo e no dinheiro que é desperdiçado todos os
dias em organizações devido à má gestão das emoções
associadas ao poder. Não se trata sequer de fazer
uma avaliação moral ou ética dos ataques de fúria
de tantos “chefes” espalhados pelo mundo, trata-se
de perceber a origem e o impacto da sua
agressividade mal contida no trabalho das pessoas
que os rodeiam. Ler o artigo
completo...
Actos de Deus
01/06/2007 19:09 Autor: João Vieira
da Cunha
Quando estava nos EUA decidi comprar uma televisão.
Li no manual que “a garantia não cobre actos de
Deus, como a trovoada e a chuva.” Este aviso revela
a teoria do clima que tinha o fabricante da minha
televisão: os fenómenos meteorológicos são actos
divinos. Há uma explicação que, apesar de parecer
pateta para o autor deste manual, não é menos
válida: a chuva resulta de processos físicos que
ocorrem na atmosfera da Terra. A diferença entre a
minha teoria da chuva e a do fabricante da minha
televisão tem consequências. Se eu quiser saber que
tempo vai estar amanhã tenho que interpretar os
níveis de pressão atmosférica e a velocidade do
vento. O fabricante da minha televisão têm que ir
ao oráculo. Ler o artigo completo...
“Impecável, sôtor!”
04/05/2007 14:34 Autor: Rui Grilo
O maior receio de qualquer gestor é falhar, ser
confrontado com o insucesso das suas ideias e
intenções. É para evitar falhar que todos nos
esforçamos por fazer mais, motivar com mais
eficácia, dirigir melhor. Mesmo assim, nada é mais
comum do que falhar. O falhanço faz parte do nosso
dia-a-dia, seja sob a forma de negócios que se
perdem, empresas que desaparecem, áreas de negócio
que são extintas, gestores que são substituídos ou
trabalhadores que são despedidos. Como pode tanta
coisa falhar quando tanta gente competente se
esforça por evitar isso? Ler o
artigo completo...
Os líderes a prazo e o bacalhau
26/01/2007 20:41 Autor: João Vieira
da Cunha
Muitas empresas, como a SONAE ou a GE têm relações
estáveis com os seus gestores de topo. No entanto
há outras, como a Galp e a HP, em que estes líderes
vêm com prazo de validade. Quando chegam, já têm
uma data de partida anunciada. A sua carreira
depende da capacidade de terem um impacto
significativo e muito visível durante a sua
estadia. Há que provar que a mudança é para melhor
e por isso rapidamente aparecem várias iniciativas
para responder aos novos desafios de mercado. Mas
muitas vezes estes novos projectos demoram a ser
implementados e quando finalmente chegam ao fim, os
resultados ficam muito aquém das expectativas.
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Os melhores líderes
29/12/2006 20:18 Autor: Rui Grilo
As nossas escolhas são, quase sempre, mais
reveladoras do que poderíamos imaginar. E não pode
haver escolhas mais simbólicas do que as polémicas
votações para encontrar o melhor e o pior português
de sempre. Enquanto se espera a divulgação da lista
dos 100 melhores portugueses e dos 10 finalistas
para a votação final, podemos surpreender-nos com a
votação ‘online’ para as duas categorias do pior
português de sempre e pensar no que estas escolhas
revelam sobre um inconsciente que, se não é
colectivo, é pelo menos partilhado por muita gente.
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De que liderança precisamos?
28/04/2006 20:34 Autor: Rui Grilo
A liderança é um aspecto essencial da gestão.
Ninguém lidera uma organização sem gerir e é quase
impossível gerir sem alguma forma de liderança. Mas
liderar é geralmente associado a figuras com uma
aura quase mística, gestores carismáticos ou
visionários de sucesso. Mas será essa a liderança
que faz falta nas nossas empresas? Ler o artigo
completo...