Chá, suor e lágrimas

Trabalhar é apenas uma das muitas coisas que as pessoas fazem nas empresas. Também tomam chá e café, navegam na internet e desabafam as suas pequenas tragédias. Às vezes também choram. Os gestores têm tentado aumentar a produtividade minimizando o tempo desperdiçado com essas distracções. Mas será que estas actividades têm um impacto negativo no desempenho? Read More...
|

Depois da ‘última linha’

Exigir resultados é um direito natural de qualquer accionista e estabelecer objectivos é um instrumento básico de qualquer gestor. É por isso que muita gente afirma que uma cultura de objectivos e resultados é a base de uma gestão eficaz, capaz de traduzir intenções em acções que produzem os efeitos desejados. É também por isso que se diz, sem grandes reservas, que o que interessa é a ‘bottom line’, a última linha da demonstração de resultados. Há mesmo quem diga que tudo o resto é conversa. De facto, a última linha, aquela onde aparece o valor do lucro ou do prejuízo apurado, é muito importante porque reflecte o desempenho do último período e a viabilidade imediata de uma empresa. Mas será só isso que importa? Read More...
|

O ‘jeitinho’

Há empresas grandes e burocráticas que conseguem manter-se competitivas em sectores que estão em mudança constante. São empresas como a Nokia que, apesar de serem pesadas e mudarem lentamente, continuam a ter um lugar no pódio da competitividade. Como o conseguem? Read More...
|

O que não se controla

A vida em diferentes organizações, privadas ou públicas, tem por vezes semelhanças extraordinárias. Tenho ouvido nas últimas semanas várias histórias, contadas por pessoas que trabalham em diferentes empresas e organismos públicos, que partilham um traço comum muito claro: a ansiedade e a sensação de vazio que uma mudança esperada provoca enquanto não se concretiza. O mais curioso nas várias narrativas é que não é a mudança em si que desperta essas emoções difíceis, mas sim a perda de sentido que a espera provoca. E a pergunta que surge é muito simples: “Se tudo vai mudar, que faço eu aqui?” Read More...
|

Confiança, coesão e sucesso

Numa altura em que ainda se digere a derrota nas meias-finais frente à França, vale a pena mesmo assim reflectir sobre o que faz uma equipa de futebol, tal como uma empresa, ter sucesso ou falhar. E a equipa que Scolari construiu, mesmo sem ter chegado à final, dá-nos espaço para algumas analogias interessantes com o mundo empresarial. O mais curioso é que essas analogias dão mesmo vida aos aspectos centrais da nossa vida empresarial que o sociólogo Richard Sennett identifica no seu último livro (‘The Culture of the New Capitalism’, que traduzido à letra será qualquer coisa como ‘A cultura do novo capitalismo’, editado este ano pela Yale University Press e ainda sem publicação entre nós). Read More...
|

De que liderança precisamos?

A liderança é um aspecto essencial da gestão. Ninguém lidera uma organização sem gerir e é quase impossível gerir sem alguma forma de liderança. Mas liderar é geralmente associado a figuras com uma aura quase mística, gestores carismáticos ou visionários de sucesso. Mas será essa a liderança que faz falta nas nossas empresas? Read More...
|

Em que tabuleiro quer jogar?

A inovação é apresentada, ultimamente com carácter obsessivo, como solução para os problemas empresariais, sectoriais e do país. E, talvez até pela simpatia do Primeiro Ministro pela Finlândia, facilmente se torna sinónimo de alta tecnologia, de avanços na física, de produtos complexíssimos de engenharia, de curas com base em extraordinários avanços na genética. Constitui, aparentemente a porta única para uma economia baseada no conhecimento e na tecnologia, porta que nos deveremos apressar a franquear sob pena que se feche para todo o sempre... Read More...
|