natal
Conto de Natal
12/12/2008 19:45 Autor: José Manuel
Fonseca
Era uma vez um país. E nesse país vivia um
rapazinho. O pai, preocupado com o futuro do petiz
e acabada a quarta classe, colocou-o a aprender um
mester (nesses longínquos tempos não existiam novas
oportunidades, só mesmo possibilidades de aprender
a fazer coisas pela via menos paternalista do
trabalho duro). No caso, o de cortador de carnes
num talho. E o petiz cedo evidenciou uma aptidão
natural para o negócio. De tal sorte, que se
estabeleceu por conta própria ainda era quase
imberbe. Foi consolidando a sua network de
fornecedores e construiu uma adequada “base de
clientes” mercê de um belíssimo “marketing de
proximidade” e lábia q.b.! Isso, e uma balança cuja
regulação permitia “poupar” cem gramas de carne em
cada quilograma vendido, que ao fim de cada dia, em
média, davam dois quilitos a favor de futuros
cash-in-flows. De modos que ao fim do primeiro ano,
conseguiu economizar para um carro em segunda mão
com jantes de liga leve. Ler o artigo
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