organização do trabalho
Alternativas ao Homo Economicus
11/04/2008 19:33 Autor: João Vieira
da Cunha
Há um conjunto de trabalhadores em cada empresa que
correspondem às expectativas dos economistas. São os
homo economicus ou busca-bónus: indivíduos que
ajustam o seu comportamento de forma a maximizar o
bónus que resulta do atingimento dos objectivos que
lhes são propostos. A carreira não é a sua
preocupação principal e muitos recusam promoções
porque sabem que a sua competência para atingir
resultados através do seu próprio esforço pode não se
reflectir nas capacidade de os atingir através dos
outros. A sua progressão segue uma lógica meramente
material. Preocupam-se não com o seu desenvolvimento
ou com o nível de desafio das suas tarefas mas sim
com as mudanças no valor do seu bónus e no esforço
necessário para o atingir. Esta orientação para os
resultados pode levar a práticas abusivas de vendas,
pequenas e grandes fraudes e outros comportamentos
não éticos. Pior – a sua motivação para cumprir
objectivos não transborda para as outras áreas da sua
relação com a organização. Não partilham
conhecimento, não estão interessados aprender com os
outros nem contribuem de forma formal ou informal
para a sustentabilidade estratégica da empresa. Estão
lá apenas para cumprir o que lhes é pedido e ganhar
os prémios daí resultantes. Read
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Estratégia Instantânea (II)
25/01/2008 17:40 Autor: José Manuel
Fonseca
A estratégia tornou-se como os tempos. Instantânea.
Mas quais serão os novos vectores de posicionamento?
Na última vez que escrevi para o Diário Económico
fiquei por aqui. Com esta pergunta.
Os tempos parecem ter desvalorizado a análise financeira, a análise dos mercados, a gestão de operações e uma razoável regra de cumprir as expectativas geradas às pessoas que connosco compartilham os destinos e desafios das organizações. Read More...
Os tempos parecem ter desvalorizado a análise financeira, a análise dos mercados, a gestão de operações e uma razoável regra de cumprir as expectativas geradas às pessoas que connosco compartilham os destinos e desafios das organizações. Read More...
Estratégia Instantânea (I)
14/12/2007 20:57 Autor: José Manuel
Fonseca
Cada época conheceu um problema estratégico
dominante. Na década de sessenta, na senda dos tempos
do baby boom, o autor Igor Ansoff foi o que melhor
percebeu que a questão dominante era o crescimento. O
problema marcante era como aproveitar as
oportunidades de negocio. Ansoff propôs uma matriz
notável para a abordagem das trajectórias lógicas de
desenvolvimento “orgânico”. Partia do primeiro passo,
“vender mais do mesmo aos mesmos”, seguido de
“encontrar novos clientes para os mesmos produtos”,
completava com “mais produtos para si que já confiava
em nós” e finalizava com a aplicação do cash inflow
realizado nas opções anteriores em novos negócios. A
apologia da diversificação talvez tenha ido longe
demais, até aos conglomerados de negócios de “tudo em
todo o lado”, que fizeram a ITT descobrir que gestão
não é apenas racionalidade mais um sistema de
reporting. Read
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Equipas? Não, obrigado!
02/11/2007 19:04 Autor: João Vieira
da Cunha
As equipas estão na moda. Os livrinhos de gestão que
se encontram nas tabacarias dos aeroportos não se
cansam de elogiar as vantagens de atribuir tarefas a
um grupo, em vez de as entregar a um só colaborador.
Muitos manuais de recursos humanos têm um capítulo
inteiro apenas dedicado a este assunto. Mais
surpreendente ainda, um estudo recente sobre os
códigos éticos aponta para que 43% das empresas
inclua o trabalho em equipa como um princípio
orientador. Read
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O ‘jeitinho’
20/10/2006 20:24 Autor: João Vieira
da Cunha
Há empresas grandes e burocráticas que conseguem
manter-se competitivas em sectores que estão em
mudança constante. São empresas como a Nokia que,
apesar de serem pesadas e mudarem lentamente,
continuam a ter um lugar no pódio da competitividade.
Como o conseguem? Read
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A herança do Sr. Taylor
03/03/2006 18:51 Autor: Rui Grilo
O mundo da gestão seria muito mais simples se tudo
corresse de acordo com o que é planeado, sem
surpresas nem imprevistos. Seria um mundo de regras
evidentes e instruções claras, perfeitamente
“científico”, no qual os gestores se poderiam
concentrar em pensar, deixando a outros profissionais
a execução segura das suas orientações. Um mundo
assim poderia realmente existir? Read
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