poder
A conversa quando as coisas não correm bem
16/05/2008 19:39 Autor: José Manuel
Fonseca
Trata-se de discutir, neste artigo, algumas
curiosidades do processo de formulação de uma
estratégia. Devemos começar pelo negócio em que
realmente estamos. Por exemplo, algumas pessoas podem
presumir que vendem ferramentas de jardinagem, quando
realmente estão no negócio dos ‘hobbies’ de
fim-de-semana ao ar livre e em contacto com a
natureza, competindo com as excursões do Centro
Nacional de Cultura, ou com os passeios pedestres ao
Jardim Botânico, ou com as actividades de prevenção
dos AVC. Uma empresa que transporta crianças de casa
para a escola pode equivocar-se e definir-se como
empresa de transportes, quando o que realmente presta
é um serviço de segurança. Entendido qual é realmente
o negócio em que estamos presentes, podemos então
definir como queremos actuar. Em que segmentos e com
que produtos específicos devemos posicionar-nos,
tendo em conta as acções de outros concorrentes,
fornecedores, regulamentos e demais variáveis que
podem facilitar ou constranger as nossas intenções e
acções. Read
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As tecnologias do poder
11/01/2008 20:38 Autor: Rui Grilo
Quando falamos de poder, as imagens mentais que nos
ocorrem referem-se, frequentemente, a situações de
domínio, nas quais uma parte sujeita a outra à sua
vontade. "Ter poder" é entendido como sinónimo de ser
capaz de controlar. Mas quando se diz "ter poder"
estamos a entender o poder como se fosse uma coisa,
algo cuja posse se pudesse deter e assim usar. Será
esse o caso? A noção convencional de "poder"
confunde-se demasiado com autoridade e liderança, e é
difícil retirar-lhe o peso das associações
aparentemente óbvias a hierarquia, estatuto e
controlo. Mas o poder é mais do que isso e pode até
ser muito útil entendê-lo de forma radicalmente
diferente. Read
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Basta ouvir...
21/09/2007 14:00 Autor: Rui Grilo
Há pouco tempo, um amigo meu contou-me como tinha
desperdiçado quase um dia de trabalho a fazer uma
coisa que sabia ser inútil por não ter conseguido que
o chefe dele o ouvisse. “Quando ele acaba a conversa
já não há mais argumentos”... Esse episódio, pouco
importante em si, fez-me pensar no tempo e no
dinheiro que é desperdiçado todos os dias em
organizações devido à má gestão das emoções
associadas ao poder. Não se trata sequer de fazer uma
avaliação moral ou ética dos ataques de fúria de
tantos “chefes” espalhados pelo mundo, trata-se de
perceber a origem e o impacto da sua agressividade
mal contida no trabalho das pessoas que os rodeiam.
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Negociação não, persuasão
22/09/2006 20:49 Autor: João Vieira
da Cunha
A negociação é vista como uma competência central dos
gestores. No entanto, nas organizações, a persuasão é
tão ou mais importante do que a negociação. Por duas
razões: Primeiro, os processos formais de persuasão
são cada vez mais frequentes nas empresas. Segundo, o
sucesso numa negociação depende muitas vezes de um
processo informal de persuasão. Read
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Boas Intenções
08/09/2006 21:30 Autor: José Manuel
Fonseca
Uma das coisas mais perigosas que existem são as
pessoas bem intencionadas. Em geral, estas pessoas
possuem uma visão de como é que o mundo poderia ser
perfeito. E, numa posição de poder, legislam para que
o mundo se aproxime do estado visionado. Há muitos
anos tive ocasião de testemunhar como, através de um
sistema de incentivos denominado RIME, se tentou
produzir por esse pais fora, empresários e
empreendedores a partir de gente que tinha ficado sem
trabalho, e, que no geral possuía qualificações muito
pouco notáveis. Através de um “curso” de gestão muito
rápido e prenhe de swot’s e mix de marketing e meia
dúzia de indicadores de gestão financeira, e da
promessa de incentivos e de um projecto de
investimento sempre com VAL satisfatório e TIR’s
ainda mais bondosas. No final, dados os tradicionais
atrasos nos pagamentos de incentivos, pouca gente se
terá ficado a rir. Conheci bastantes que ficaram
afogados nos leasings, incapazes de gerir os
compromissos financeiros decorrentes da exploração
que nunca correu como os risonhos planos financeiros
dos projectos. Read
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Chamem a Miss Marple
23/06/2006 19:02 Autor: José Manuel
Fonseca
Uma notícia, sem grandes parangonas, dava conta de
uma coisa absolutamente desarmante. Aparentemente,
tivemos – parece que ainda temos – uma dúzia de
aviões de combate encaixotados desde há anos. Não há
nada de surpreendente nesta questão. Provavelmente
tenho estado distraído, mas não dei por um singelo
reparo da Oposição. Pelo menos daquela oposição, que
nunca foi governo e portanto, nunca ocupou o lugar de
”guardião” dos caixotes... Read
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