poder
Caracas Fútbol Club
26/09/2008 19:24 Autor: João Vieira
da Cunha
Todo o aspirante a líder devia ser sócio do Caracas
Fútbol Club. Há poucos anos atrás, uma das revistas
nacionais de gestão publicou um artigo sobre os
gestores de topo das maiores empresas a operar em
Portugal. No fim havia um quadro resumo em que,
entre outras coisas, os entrevistados revelam as
suas leituras habituais. Havia muitos adeptos da
Harvard Business Review, mas o lider da subidiária
de uma multinacional de sistemas de informação
confessou que lia a Bola. Outro dia, um antigo
colega que é vendedor de produtos de grande consumo
contou-me que o chefe o incentivou a “perceber de
futebol” se queria melhorar a sua relação com os
clientes e com as pessoas que podiam de facto fazer
algo pela sua ascenção profissional. Ler o artigo
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O colapso dos modelos
25/07/2008 19:27 Autor: José Manuel
Fonseca
O espírito das férias anda no ar e não é
propriamente a época de grandes reflexões.
Sobretudo das que implicam a mudança de paradigmas
e, desta vez, não falo do meu clube nem do mundo do
futebol, mas antes de coisas mesmo sérias. Não
obstante, e o mais rapidamente possível, vamos ter
de repensar alguns modelos que conduzem o modo como
pensamos e agimos sobre o quotidiano. Talvez mais
pela fresca, que ultimamente a coisa anda um bocado
bizarra. Nas últimas semanas chega a ser divertido
o ciclo, que, à falta de melhor, poderemos chamar
de Trichet. Cada vez que o governador do banco
central europeu fala (e não age…), expressando a
sua preocupação sobre a inflação deixando a
“ameaça” de aumento de juros, segue-se que o dólar
se afunda e o petróleo sobe. Numa ocasião, o
petróleo recuperou em horas o que tinha perdido em
duas semanas. Portanto, o senhor Trichet, estou
certo que involuntariamente, cada vez que fala
consegue provocar o efeito contrário ao que deixa
patente nas suas palavras e nos seus desejos. Claro
que o mundo não ficaria melhor só porque o senhor
Trichet escolhesse falar menos. Mas, ainda assim,
talvez devesse limitar-se a comunicar acções e
decisões concretas em lugar de longas análises em
que detalha o contrário do que acabará por
acontecer como consequência das suas palavras. E
escrevo isto em face de duas semanas de descidas
contínuas do preço do crude... Ler o artigo
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O monarca
14/07/2008 19:26 Autor: João Vieira
da Cunha
Poucos acreditam que as empresas são meritocracias
ou democracias. Mas se não são nem uma coisa nem
outra, então o que são?
São monarquias.
Neste regime a chefia é ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros não só pela côr do seu sangue como também pela forma ritual e simbólica com que os seus membros se relacionam com os outros. Ler o artigo completo...
São monarquias.
Neste regime a chefia é ocupada por pessoas que integram um grupo que se distingue de todos os outros não só pela côr do seu sangue como também pela forma ritual e simbólica com que os seus membros se relacionam com os outros. Ler o artigo completo...
Terror ao pequeno almoço
30/05/2008 11:42 Autor: João Vieira
da Cunha
O director da unidade de vendas onde fiz a minha
investigação de doutoramento tomava o
pequeno-almoço com os chefes das suas oito equipas
de vendas todas as quartas-feiras de manhã. O
terror que cada um deles transpirava quando se
sentava à frente de dois croissants, um pacotinho
de manteiga e uma chávena de café era contagiante.
Na primeira vez que fui a uma destas reuniões, vi
que as mãos de vários deles tremiam – parecia que a
delicada faca de cortar croissants era um martelo
penumático ligado à corrente. A energia que a
alimentava vinha de dentro, do medo do
interrogatório que estava para vir. Ler o artigo
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A conversa quando as coisas não correm bem
16/05/2008 19:39 Autor: José Manuel
Fonseca
Trata-se de discutir, neste artigo, algumas
curiosidades do processo de formulação de uma
estratégia. Devemos começar pelo negócio em que
realmente estamos. Por exemplo, algumas pessoas
podem presumir que vendem ferramentas de
jardinagem, quando realmente estão no negócio dos
‘hobbies’ de fim-de-semana ao ar livre e em
contacto com a natureza, competindo com as
excursões do Centro Nacional de Cultura, ou com os
passeios pedestres ao Jardim Botânico, ou com as
actividades de prevenção dos AVC. Uma empresa que
transporta crianças de casa para a escola pode
equivocar-se e definir-se como empresa de
transportes, quando o que realmente presta é um
serviço de segurança. Entendido qual é realmente o
negócio em que estamos presentes, podemos então
definir como queremos actuar. Em que segmentos e
com que produtos específicos devemos
posicionar-nos, tendo em conta as acções de outros
concorrentes, fornecedores, regulamentos e demais
variáveis que podem facilitar ou constranger as
nossas intenções e acções. Ler o
artigo completo...
As tecnologias do poder
11/01/2008 20:38 Autor: Rui Grilo
Quando falamos de poder, as imagens mentais que nos
ocorrem referem-se, frequentemente, a situações de
domínio, nas quais uma parte sujeita a outra à sua
vontade. "Ter poder" é entendido como sinónimo de
ser capaz de controlar. Mas quando se diz "ter
poder" estamos a entender o poder como se fosse uma
coisa, algo cuja posse se pudesse deter e assim
usar. Será esse o caso? A noção convencional de
"poder" confunde-se demasiado com autoridade e
liderança, e é difícil retirar-lhe o peso das
associações aparentemente óbvias a hierarquia,
estatuto e controlo. Mas o poder é mais do que isso
e pode até ser muito útil entendê-lo de forma
radicalmente diferente. Ler o artigo
completo...
Basta ouvir...
21/09/2007 14:00 Autor: Rui Grilo
Há pouco tempo, um amigo meu contou-me como tinha
desperdiçado quase um dia de trabalho a fazer uma
coisa que sabia ser inútil por não ter conseguido
que o chefe dele o ouvisse. “Quando ele acaba a
conversa já não há mais argumentos”... Esse
episódio, pouco importante em si, fez-me pensar no
tempo e no dinheiro que é desperdiçado todos os
dias em organizações devido à má gestão das emoções
associadas ao poder. Não se trata sequer de fazer
uma avaliação moral ou ética dos ataques de fúria
de tantos “chefes” espalhados pelo mundo, trata-se
de perceber a origem e o impacto da sua
agressividade mal contida no trabalho das pessoas
que os rodeiam. Ler o artigo
completo...
Negociação não, persuasão
22/09/2006 20:49 Autor: João Vieira
da Cunha
A negociação é vista como uma competência central
dos gestores. No entanto, nas organizações, a
persuasão é tão ou mais importante do que a
negociação. Por duas razões: Primeiro, os processos
formais de persuasão são cada vez mais frequentes
nas empresas. Segundo, o sucesso numa negociação
depende muitas vezes de um processo informal de
persuasão. Ler o artigo completo...
Boas Intenções
08/09/2006 21:30 Autor: José Manuel
Fonseca
Uma das coisas mais perigosas que existem são as
pessoas bem intencionadas. Em geral, estas pessoas
possuem uma visão de como é que o mundo poderia ser
perfeito. E, numa posição de poder, legislam para
que o mundo se aproxime do estado visionado. Há
muitos anos tive ocasião de testemunhar como,
através de um sistema de incentivos denominado
RIME, se tentou produzir por esse pais fora,
empresários e empreendedores a partir de gente que
tinha ficado sem trabalho, e, que no geral possuía
qualificações muito pouco notáveis. Através de um
“curso” de gestão muito rápido e prenhe de swot’s e
mix de marketing e meia dúzia de indicadores de
gestão financeira, e da promessa de incentivos e de
um projecto de investimento sempre com VAL
satisfatório e TIR’s ainda mais bondosas. No final,
dados os tradicionais atrasos nos pagamentos de
incentivos, pouca gente se terá ficado a rir.
Conheci bastantes que ficaram afogados nos
leasings, incapazes de gerir os compromissos
financeiros decorrentes da exploração que nunca
correu como os risonhos planos financeiros dos
projectos. Ler o artigo completo...
Chamem a Miss Marple
23/06/2006 19:02 Autor: José Manuel
Fonseca
Uma notícia, sem grandes parangonas, dava conta de
uma coisa absolutamente desarmante. Aparentemente,
tivemos – parece que ainda temos – uma dúzia de
aviões de combate encaixotados desde há anos. Não
há nada de surpreendente nesta questão.
Provavelmente tenho estado distraído, mas não dei
por um singelo reparo da Oposição. Pelo menos
daquela oposição, que nunca foi governo e portanto,
nunca ocupou o lugar de ”guardião” dos caixotes...
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