relações humanas
Chá, suor e lágrimas
09/03/2007 21:24 Autor: João Vieira
da Cunha
Trabalhar é apenas uma das muitas coisas que as
pessoas fazem nas empresas. Também tomam chá e café,
navegam na internet e desabafam as suas pequenas
tragédias. Às vezes também choram. Os gestores têm
tentado aumentar a produtividade minimizando o tempo
desperdiçado com essas distracções. Mas será que
estas actividades têm um impacto negativo no
desempenho? Read
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O choque tecnológico
09/02/2007 20:55 Autor: Rui Grilo
No último ano e meio foram publicados dois livros que
deixaram marcas profundas porque identificaram novas
formas como a tecnologia está a mudar os hábitos de
um número cada vez maior de pessoas. Estou da falar
de ‘The Search’, de John Battelle, publicado entre
nós pela Casa das Letras, e de The Long Tail’, a obra
do editor da Wired, Chris Anderson, ainda sem edição
portuguesa que eu conheça. Nenhum desses livros se
deixa condensar numa frase nem num parágrafo, mas
exploram duas faces do mesmo fenómeno: a forma como
chegamos à informação que queremos está a mudar.
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Os líderes a prazo e o bacalhau
26/01/2007 20:41 Autor: João Vieira
da Cunha
Muitas empresas, como a SONAE ou a GE têm relações
estáveis com os seus gestores de topo. No entanto há
outras, como a Galp e a HP, em que estes líderes vêm
com prazo de validade. Quando chegam, já têm uma data
de partida anunciada. A sua carreira depende da
capacidade de terem um impacto significativo e muito
visível durante a sua estadia. Há que provar que a
mudança é para melhor e por isso rapidamente aparecem
várias iniciativas para responder aos novos desafios
de mercado. Mas muitas vezes estes novos projectos
demoram a ser implementados e quando finalmente
chegam ao fim, os resultados ficam muito aquém das
expectativas. Read
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O Sistema Sombra
25/08/2006 21:29 Autor: João Vieira
da Cunha
A sua empresa tem um sistema de informação sombra.
Porque é que este sistema existe e que desafios
coloca aos seus gestores? Olhe bem à sua volta. O
sistema de informação formal é fácil de descobrir: um
computador em cada secretária com um ’software’ de
gestão escolhido e implementado pela empresa. O
sistema sombra também está à vista: um caderno, uma
pilha de papéis e um conjunto de ‘post-its’
ironicamente colocados no ecrã do computador.
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O paradoxo dos “colaboradores ideais”
26/05/2006 21:01 Autor: Rui Grilo
A propósito de um dos últimos artigos deste painel,
uma leitora enviou-me o endereço de um dos seus blogs
preferidos. Segundo ela, estava muito perto da forma
como se discutia nesse artigo a liderança das nossas
empresas. Fiquei curioso e segui imediatamente o
link… Foi assim que descobri o Creating Passionate
Users, um excelente blog escrito a oito mãos em
http://headrush.typepad.com/.
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O Paradoxo das Pessoas Perfeitas
12/04/2006 18:56 Autor: José Manuel
Fonseca
Actualmente enfrentamos um contexto de incerteza
crescente. As relações de causa e efeito estáveis,
aqui há umas décadas, parecem ter dado lugar a
verdadeiras cadeias de causalidades circulares que
tornam o mundo, por vezes, pouco compreensível. Desde
os múltiplos factores que “explicam” a subida dos
preços dos combustíveis, à instabilidade política, à
sucessão de coisas mais prosaicas como soluções para
armazenar dados, que perecem em meses. Alguém se
lembra da tecnologia DAT que era oferecida no mercado
com o nome comercial sugestivo de “Jazz”? Às soluções
de conexão de periféricos que mudam de geração em
geração de computadores a ritmo que nos deixa as
gavetas cheias de cabos, com nomes estranhíssimos
como “Scusi”, mas que aparentemente já só interessam
a arqueólogos e antropólogos... Read
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Os enigmas da cultura
31/03/2006 21:27 Autor: Rui Grilo
A gestão apropriou-se do termo cultura para designar
o que o dá identidade a uma organização. Assim, é na
cultura de uma empresa que muitas vezes se procuram
explicações para as suas dificuldades ou para o seu
sucesso. Peters e Waterman contribuíram fortemente
para isso quando, no início dos anos 80, publicaram o
seu livro “Na Senda da Excelência”. Procurando
contrariar a rigidez de gestão dominante na altura,
atribuíram o sucesso das empresas “excelentes” à sua
cultura mais ágil e humanizada e aos valores
partilhados pelos seus colaboradores. A verdade é
que, apenas cinco anos depois, dois terços das 43
empresas "excelentes" encontradas por Tom Peters e
Robert Waterman estavam em crise. Read
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