Recuperar o microfone!

Descobri no blog de um amigo um vídeo e depois outro de um apoiante do Barak Obama que me deu a sensação de estar a ver uma transmissão em directo do futuro... Não é só a capacidade de expressão e o conhecimento que passam no primeiro vídeo, é a consciência que ele demonstra da sua própria capacidade de "não estar a dormir" e de poder "recuperar o microfone", ter uma palavra a dizer no seu destino e no do mundo. Ele chama-se Derek, é imigrante naturalizado nos EUA, e diz com uma clareza lapidar que não precisa de esperar pela MTV ou pela CNN para ser ouvido. E tem razão! Apesar de muitos políticos ainda não terem percebido, o tempo dos mass media acabou e vão aparecer cada vez mais "Dereks" capazes de se fazer ouvir. É essa a beleza da "web 2.0"...

Aqui está o segundo vídeo e o que mais me impressionou:



Este é o primeiro vídeo, aquele que surpreendeu toda a gente:



E pronto... Com apoiantes destes, não há forma de resistir ao entusiasmo por Barak Obama, com tudo o que ele representa de esperança para o futuro da humanidade. Esperança que a política pode ser maior do que os lobbies e os interesses instalados, que a política pode dar voz quando há muita gente que tem a mesma coisa a dizer. Essas primárias ele já ganhou. Espero que não perca as outras na secretaria...
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O admirável novo "wiki-mundo"

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Qual é o impacto na economia e nos modelos de negócios das novas formas de colaboração que a Internet tornou possíveis? É essa a questão essencial que Tapscott e Williams procuram responder, relacionando o funcionamento da economia com o desenvolvimento da blogosfera e dos sites wikis, o peso crescente do acesso móvel à Internet e o surgimento de cada vez mais comunidades activas virtuais. O livro leva tão a sério a sua própria mensagem que termina com um convite ao leitores para participarem na sua conclusão no site www.wikinomics.com.Ler o artigo completo...
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A crise financeira está finalmente explicada!

Num dia como hoje, é preciso manter noção da realidade. Afinal que crise é esta? O humor britânico explica... Primeiro, descreve melhor do que qualquer economista o que é realmente a volatilidade dos mercados e a crise do crédito "sub-prime" nos Estados Unidos. Depois das gargalhadas, deixa-nos a pensar com a clareza cortante da última frase... "Não somos nós quem vai sofrer mas sim o seu fundo de pensões!"

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